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Não há vagas para estacionar no centro de São Francisco

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camera_enhance A falta de estacionamento no centro de Barra de São Francisco agravou-se muito depois que a prefeitura decidiu por encerrar o contrato com a entidade que operava o estacionamento rotativo na cidade. (Crédito: divulgação)

O agricultor M.C.B., esteve em Barra de São Francisco no início desta semana, para resolver algumas questões financeiras no centro da cidade. Por volta de 11h da segunda-feira, depois de muitas voltas pelas avenidas Jones dos Santos Neves e Prefeito Manoel Vilá, ele acabou estacionando seu veículo em uma área de carga e descarga na rua Deputado Rodrigues Coelho, que liga as duas avenidas.
“Tive que deixar o carro aqui por alguns minutos para fazer uma compra, mas foi rápido, já estou saindo”, desculpou-se ele quando viu a reportagem do NC fotografando o veículo.
A falta de estacionamento no centro de Barra de São Francisco agravou-se muito depois que a prefeitura decidiu por encerrar o contrato com a entidade que operava o estacionamento rotativo na cidade. “Piorou muito”, disse um comerciante do centro, ressaltando que, a falta de vagas no centro tem prejudicado, inclusive, as vendas do comércio.
Com o início do processo de sinalização viária da Sede do município pelo Detran/ES, no ano passado, os locais de estacionamento foram demarcados em todo o centro, reduzindo o número de vagas, já que a sinalização prevê locais onde não pode haver estacionamento.
O chefe do setor de Trânsito da prefeitura de Barra de São Francisco, Adilson Melo, informa que o estacionamento rotativo é a única solução para reduzir a falta de vagas de estacionamento no centro da cidade, mas salienta que a volta da rotatividade não tem data prevista para retornar. 
“É uma situação complicada. Estamos estudando diversos sistemas de rotativos no Estado para acharmos um meio termo, mas a principal dificuldade está na municipalização do trânsito, que é fundamental para que a cobrança de estacionamento seja efetuada”, explica.
De acordo com Melo, o rotativo existente no município até meados de 2017 não se sustentava, até porque as pessoas não eram obrigadas a pagar, já que não havia amparo legal para a cobrança. Além disso, a prefeitura tinha que contribuir com R$ 5 mil mensais para a entidade que operava o serviço e a mesma nem sequer prestava contas dos recursos”, informa.
Melo salienta ainda que metade das vagas de estacionamento no centro da cidade são ocupadas pelos comerciários e comerciantes. 

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Bacia do Rio Santa Maria recebe mais de R$35 milhões para restauração florestal

Investimento contempla mais de mil hectares em três municípios do Espírito Santo, outros R$135 milhões foram destinados a Baixo Guandu

A bacia do rio Santa Maria do Doce receberá mais de R$35 milhões para ações de restauração florestal em cerca de mil hectares nos municípios capixabas de Colatina, São Roque do Canaã e Santa Teresa. O investimento previsto, via editais, é destinado à contratação de serviços técnicos, científicos e operacionais.

O diretor-presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, assinou no dia 2 de junho, em Colatina, o Termo de Compromisso que garante o repasse dos recursos. O evento contou com representantes dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Rio Santa Maria do Doce e do Rio Doce e do poder público estadual e municipal.

Total de investimentos

Ao todo, a Fundação Renova vai investir, por meio de editais, cerca de R$540 milhões para promover a restauração florestal de, aproximadamente, 16 mil hectares.

Segundo Andre de Freitas, cerca de R$106 milhões serão destinados à recuperação de 420 nascentes e 2,8 mil hectares que, além da bacia do rio Santa Maria do Doce (ES), incluem as bacias do rio Piranga (MG) e Corrente Grande (MG). “Em maio, firmamos o investimento de R$135 milhões na restauração florestal em 5 mil hectares da bacia do rio Guandu, no Espírito Santo. Agora, anunciamos esse repasse que beneficiará diretamente mais três municípios capixabas”, afirma.

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Esses valores fazem parte do montante de R$1,7 bilhão, que será empregado no cumprimento de parte da meta socioambiental de recuperar 40 mil hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Recarga Hídrica (ARH), e de 5 mil nascentes ao longo de dez anos.

Editais

A Fundação Renova mantém contratos com 12 parceiros para restauração florestal de 15.500 hectares. Ao oferecer serviços técnicos, científicos e operacionais, as empresas ou consórcios contratados se tornam responsáveis pela execução das ações estabelecidas pelo Programa de Recuperação de APPs e Áreas de Recarga da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e Programa de Recuperação de Nascentes.

Produtores rurais

Além dos editais de contratação de fornecedores, a Fundação Renova mantém um edital permanente para produtores e proprietários rurais de 66 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. O Edital de Adesão de Produtores Rurais aos Programas de Restauração Florestal é voltado para quem deseja colaborar com o processo de restauração florestal em APPs, ARHs e nascentes em suas propriedades. Até maio mais de 1.600 inscrições haviam sido feitas, totalizando uma área de aproximadamente 23 mil hectares autodeclarados.

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Segundo o coordenador de Restauração Florestal, José Almir Jacomelli, a Fundação Renova fornece os insumos necessários para o cercamento das áreas com projetos de restauração florestal, manutenção, assistência técnica operacional e apoio na inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR). “O produtor rural fica responsável por manter a área protegida, podendo executar o cercamento e mantê-lo por um prazo de cinco anos, bem como optar ou não pela execução das práticas de restauração florestal”, destaca.

Fonte: Fundação Renova

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