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Monitoramento do Aedes aegypti será informado pelo celular

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Os 78 municípios do Espírito Santo já contam com armadilhas que capturam o mosquito Aedes aegypti e monitoram o vírus da dengue, zika ou chikungunya e, a partir desta semana, os resultados (alertas) desse monitoramento serão informados por mensagens de texto no celular, aos coordenadores municipais de vigilância epidemiológica Ambiental e secretários municipais de Saúde.
É o chamado Vírus Torpedo, cuja notificação acontecerá simultaneamente ao cadastro das informações no sistema MI Aedes. Para isso, tanto os coordenadores municipais de vigilância epidemiológica e os secretários municipais de Saúde já estão sendo cadastrados, e a previsão é que os alertas comecem a ser emitidos para os municípios prioritários a partir do dia 1º de fevereiro, sempre que existir vírus nos mosquitos capturados.
Segundo o chefe da Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Roberto Laperriere Jr., até agora, para ter acesso a essas informações, é necessário que o responsável pela vigilância no município acesse o sistema em um computador. Segundo ele, essa mudança na divulgação da informação dará maior celeridade às ações de combate ao vetor.
“Se o gestor recebe a notificação do vírus por mensagem de texto em uma sexta-feira à tarde, sendo que já acessou o sistema pela manhã, por exemplo, poderá imediatamente deflagrar ações de combate, iniciar o planejamento das ações que serão realizadas, como mutirões de limpeza. Não é uma mudança no sistema, mas a implantação de mais um canal para passar a informação para o município”, explicou Roberto.
Ele destacou ainda que os alertas que serão emitidos são sobre a virologia (detecção viral), com o resultado da análise do mosquito. “Damos celeridade para locais onde há circulação viral. Não é apenas o controle dos mosquitos, mas o controle dos vírus, da circulação viral, ressaltou.
O objetivo do Vírus Torpedo é justamente reduzir o tempo de tomada de decisão e iniciar rapidamente as ações de controle na região em que os vírus da dengue, zika ou chikungunya foram encontrados.

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Como funciona o MI Aedes

Em todo Estado são cerca de mais de 7 mil armadilhas para captura do Aedes aegypti instaladas em locais com maior concentração de pessoas como igrejas, unidades de saúde, hospitais, rodoviárias, escolas, entre outros.
O Espírito Santo é o primeiro estado brasileiro a implantar este tipo de sistema em todos os municípios, e o investimento do Estado para a implantação dos equipamentos foi de R$ 3,2 milhões. A responsabilidade pela instalação é dos municípios.
O sistema funciona da seguinte forma: os mosquitos capturados nessas armadilhas são recolhidos e enviados para análise, que permitirá saber qual o vírus está presente nele. Os resultados dessas análises são informados no sistema, o que permite a visualização, em mapas, dos locais com maior incidência do mosquito.
Para o diretor de Relacionamento da Ecovec – empresa responsável pelo sistema das armadilhas –, Luis Felipe Ferreira Barroso, o aviso de positividade por mensagem de texto permitirá ao gestor receber a informação no momento em que ela for confirmada pelo laboratório.
“Mesmo se no momento da confirmação da positividade o gestor não estiver acessando o site, ele receberá esta informação onde estiver. Desta forma o município ganha um tempo precioso nas ações de combate ao vetor. Portanto, esta iniciativa da Sesa melhora ainda mais a eficácia das ações de combate ao Aedes”, disse Barroso.

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Assessoria/ Sesa

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Covid-19: Brasil tem 361 óbitos e 77,1 mil casos em 24 horas

As secretarias estaduais e municipais de saúde registraram 77.166 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 361 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período. 

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quarta-feira (6), em Brasília. Segundo a pasta, o estado do Mato Grosso do Sul não enviou o balanço do dia.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia é de 32.687.680.

O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 937.352. O termo é usado para designar ocorrências notificadas nos últimos 14 dias que não tiveram alta, nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 672.790 desde o início da pandemia. Ainda há 3.255 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 31.077.538 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,3% dos infectados desde o início da pandemia.

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Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (171.306), Rio de Janeiro (74.246), Minas Gerais (62.287), Paraná (43.898) e Rio Grande do Sul (40.131).

Boletim epidemiológico da covid-19 Boletim epidemiológico da covid-19

Boletim epidemiológico da covid-19 – Ministério da Saúde

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia continuam sendo Acre (2.005), Amapá (2.141), Roraima (2.153), Tocantins (4.168) e Sergipe (6.363).

Vacinação

Até o momento, foram aplicadas 451.676.921 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,4 milhões como primeira dose, 157,8 milhões como segunda dose e 4,9 milhões como dose única. Outras 95,7 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço e 11,3 milhões ganharam segunda dose extra, ou quarta dose da vacina.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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