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Internacional

México: queda de viaduto por onde passava metrô deixa mortos e feridos

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Mais de 20 pessoas morreram e pelo menos 70 ficaram feridas no México, com a queda de um viaduto no momento exato em que passava o metrô. Há crianças entre os mortos. O viaduto caiu sobre uma das estradas mais movimentadas da Cidade do México.

As equipes de socorro foram chamadas imediatamente ao local, onde permanecem.  

Muitos dos trabalhos de ajuda, no entanto, tiveram que ser interrompidos porque há risco de que outras partes da estrutura do viaduto possam desabar.

O próprio trem do metrô, de acordo com agências de informação, está muito instável. Há o risco de que outros vagões caiam.

O acidente aconteceu por volta das 22h30 locais. 

Imagens divulgadas pela estação de televisão mexicana Milenio TV mostram o momento exato da queda do viaduto. Pelas imagens, é possível ver também que na via abaixo do viaduto muitos carros circulavam.

As últimas informações indicam que as autoridades locais aguardam a chegada de um guindaste para ajudar nas operações e estabilizar a estrutura do metrô.

Dos feridos, pelo menos 65 foram levados para o hospital. Sete estão em “estado grave” alguns já submetidos a cirurgias, disse a presidente da Câmara do México, Claudia Sheinbaum.

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As primeiras investigações indicam que uma viga na estrutura do viaduto teria cedido, o que provocou o acidente. Mas as causas continuam sendo apuradas, acrescentou Sheinbaum.

O viaduto foi construído há cerca de uma década. À época, o atual ministro das Relações Exteriores, Marcelo Ebrard, era o responsável pela Câmara da Cidade do México. “O que aconteceu hoje com o metrô é uma tragédia terrível. Minha solidariedade às vítimas e famílias”, disse Ebrardsaid no Twitter. E acrescentou: “As causas devem ser investigadas e as responsabilidades definidas.”

Internacional

Crescem apelos na Índia por lockdown nacional


As infecções e mortes por covid-19 na Índia ficaram próximas das altas diárias recordes nesta segunda-feira (10), aumentando os apelos para que o governo do primeiro-ministro, Narendra Modi, adote lockdown no segundo país mais populoso do mundo.

As 366.161 infecções novas e as 3.754 mortes relatadas pelo Ministério da Saúde ficaram um pouco abaixo de picos recentes, o que elevou os números da Índia para 22,66 milhões de casos e 246.116 mortes no momento em que os hospitais ficam sem oxigênio e leitos e os necrotérios e crematórios superlotam.

Especialistas dizem que as cifras reais da Índia podem ser muito maiores do que as relatadas.

O 1,47 milhão de exames de covid-19 feitos nesse domingo (9) representaram o menor número deste mês até agora, mostraram dados do Conselho Indiano de Pesquisa Médica estatal – a média diária dos primeiros oito dias de maio foi de 1,7 milhão.

O número de exames positivos não ficou clara de imediato.

Muitos estados impuseram lockdowns rígidos nos últimos meses, e outros adotaram restrições à circulação e fecharam cinemas, restaurantes, pubs e shopping centers.

Mas é cada vez maior a pressão para Modi anunciar um lockdown de âmbito nacional, como ele fez durante a primeira onda de infecções no ano passado.

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O primeiro-ministro enfrenta críticas por ter permitido enormes aglomerações em um festival religioso e por realizar grandes comícios eleitorais durante os dois últimos meses, apesar da disparada de casos.

“Um erro de governança de proporções épicas e históricas”, disse Vipin Narang, professor de ciência política do Instituto de Tecnologia de Massachusetts dos Estados Unidos, no Twitter.

Sonia Gandhi, chefe do principal partido de oposição Congresso, culpou o governo por abdicar de sua responsabilidade, deixando as vacinações a cargo dos estados, informou a ANI, parceira da Reuters, no Twitter.

O Ministério da Saúde disse que a cidade está ficando sem vacinas, tendo só de três a quatro dias de suprimentos do imunizante da AstraZeneca, fabricado pelo Instituto Serum, da Índia, e batizado de Covishield, noticiou o canal de notícias NDTV.

Até hoje, a maior nação produtora de vacinas do mundo só havia imunizado 34,8 milhões de habitantes, ou cerca de 2,5% de sua população de aproximadamente 1,35 bilhão, mostram dados do governo.

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