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Economia

Mesmo com crise, Petrobras bate recorde e exporta 1 milhão de barris

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© Arquivo Agência Brasil
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A Petrobras anunciou hoje (4) que a exportação de petróleo chegou a 30,4 milhões de barris em abril, ou 1 milhão de barris por dia vendidos ao mercado internacional. A marca recorde ocorre em meio a uma crise mundial que diminuiu a demanda global por petróleo, por causa da pandemia do novo coronavírus que levou a severas restrições de circulação de pessoas em diversos países.

Segundo a companhia, o volume exportado no mês foi 145% maior do que em abril do ano passado e contribuiu para reforçar o caixa. O recorde anterior de exportação da Petrobras foi de 771 mil barris por dia, alcançado em dezembro passado. A estatal informou que está direcionando os esforços para exportar a sua produção, após atender à demanda interna.

De acordo com a diretora de Refino e Gás Natural da Petrobras, Anelise Lara, a nova especificação mundial para combustíveis marítimos, chamada de IMO 2020, beneficiou a empresa, já que reduziu de 3,5% para 0,5% o limite de teor de enxofre no óleo combustível.

“Estamos atentos aos movimentos internacionais e acessando todos os mercados. Nosso petróleo, de baixo teor de enxofre, mantém sua valorização no mercado internacional em função das especificações do IMO 2020”, disse. Ela destacou que a China é o principal destino do petróleo brasileiro, sendo responsável pela compra de 60% do óleo exportado pela Petrobras nos quatro primeiros meses do ano.

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A Petrobras informou ainda que as vendas de petróleo ao exterior no primeiro trimestre deste ano cresceram 25% na comparação com o último trimestre de 2019. Além da China, a empresa também comercializa óleo para outros países asiáticos, além dos Estados Unidos, da Europa e Índia.

Edição: Graça Adjuto

Economia

Receita alerta para retorno de obrigações adiadas na pandemia


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As empresas e os demais contribuintes devem estar atentos para o retorno de obrigações com o Fisco adiadas durante a pandemia do novo coronavírus. Tributos e declarações que haviam sido suspensos ou postergados voltam a valer em julho.

A Receita Federal emitiu um alerta para orientar o contribuinte. A contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e os Programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) devem ser pagas neste mês. O mesmo ocorre com a contribuição de empresas e de empregadores domésticos ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

No caso das contribuições para o INSS, a Cofins e o PIS/Pasep, a suspensão só valeu para as quotas de abril e de maio, cujo pagamento foi transferido para agosto e outubro, respectivamente. As quotas de junho, com vencimento em julho, devem ser quitadas.

A contribuição da empresa para o INSS deve ser paga até o dia 20, assim como a contribuição da agroindústria e dos empregadores rurais para a Previdência Social. As contribuições para a Cofins e o PIS/Pasep devem ser quitadas até o dia 24.

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No caso do FGTS, o governo adiou o pagamento das quotas de abril, maio e junho. Os valores poderão ser divididos em seis parcelas, de julho a dezembro, sem multas e encargos. A quota deste mês deve voltar a ser paga no dia do vencimento. A contribuição para o empregador doméstico venceu na última terça-feira (7).

Declarações

Também devem ser entregues neste mês declarações que estavam suspensas. As declarações de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) originalmente previstas para o 15º dia útil de abril, de maio e de junho, deverão ser apresentadas até 21 de julho. Segundo a Receita Federal, inclusive a declaração referente aos fatos geradores de maio de 2020 deverá ser enviada.

O arquivo digital da EFD-Contribuições, que integra o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) deve ser entregue até a próxima terça-feira (14). O envio estavas previsto para o 10º dia útil de abril, maio e junho. A escrituração referente a maio de 2020 também deverá ser transmitida ao Fisco.

Edição: Nádia Franco

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