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Economia

Mais R$ 16 milhões para construção de barragens no ES

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O Governo do Espírito Santo liberou nesta terça-feira, 13, R$ 16,8 milhões para investimento em construção de barragens de uso múltiplo. O decreto foi assinado pelo governador Paulo Hartung, e os recursos financeiros são provenientes de operação de crédito do Governo do Estado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do Programa Especial de Apoio aos Estados (Propae).
O secretário de Estado de Economia e Planejamento, Regis Mattos Teixeira, participou da assinatura do ato de liberação de recursos. Ele diz que a organização financeira do Estado tem permitido à administração pública estadual “investir em projetos que beneficiam a população capixaba”, como as barragens, que além de servirem ao consumo humano, também beneficiam a agricultura, a indústria e o comércio, favorecendo a geração de emprego e renda no campo.
O secretário da Agricultura, Octaciano Neto, afirmou que a construção de barragens fará com que em futuros períodos de estiagem não falte água para o agricultor nem para a cidade. “Com esse crédito de R$ 16,8 milhões poderemos investir em mais reservatórios. As cidades têm solicitado a construção de barragens, o que mostra que essa política pública está no caminho certo. As contas em dia permitem que o Estado amplie esse investimento”, destacou.
O Programa Estadual de Construção de Barragens tem como meta construir até o final de 2018, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, 60 barragens em todo o Espírito Santo. O Estado chegou ao final de 2017 com oito barragens concluídas. Os municípios já contemplados são Marilândia (Liberdade); Montanha (Bela Vista I e Bela Vista II), Nova Venécia (Três Pontões e 13 de Maio); Sooretama (Cupido e Pasto Novo) e a barragem de Pinheiros/ Boa Esperança, cujo nome é Engenheiro Agrônomo Valter Matielo.
Estão em andamento as seguintes obras de barragens: Pancas (Floresta); Colatina (Graça Aranha); São Roque do Canaã (Santa Júlia e Alto de Santa Júlia); Jaguaré (Água Limpa); Santa Teresa (Itanhanga, Rio Perdido I, Rio Perdido II e Afluente 25 de Julho); Baixo Guandu (Bonfim e Pinga Fogo); e Itarana (Penedo).

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Governo ES

Economia

Indicador de produtividade da indústria cai 1,3%, no 3º trimestre


A produtividade do trabalho na indústria no terceiro trimestre de 2021 retornou ao patamar do segundo trimestre de 2020, momento mais grave da crise causada pela pandemia de covid-19. É o que mostra o estudo Produtividade na Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado hoje (3).

O indicador que mede a relação entre o volume produzido e as horas trabalhadas na produção caiu 1,3% em relação ao segundo trimestre do ano, na série livre de efeitos sazonais.

A pesquisa revela que o volume produzido no terceiro trimestre de 2021 recuou 1,9% em relação ao segundo trimestre deste ano. E as horas trabalhadas caíram 0,6% na mesma base de comparação.

Segundo a CNI, a produtividade está em queda desde o último trimestre de 2020. Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, último trimestre de alta do indicador, a perda acumulada chega a 7,6%.

Para a CNI, as quedas consecutivas refletem o ambiente de elevadas incertezas, prejudicial ao investimento e, no curto prazo, pesam dificuldades como a falta de insumos e a pressão sobre os custos de produção.

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De acordo com o estudo, 2021 será o segundo ano consecutivo de recuo da produtividade, que deve cair mais de 2%. A maior queda registrada pelo indicador desde o início da série histórica, em 2000, foi de 2,2%, em 2008, ano marcado pela crise financeira global.

Segundo a CNI, apesar do cenário desafiador para os próximos meses, a perspectiva é de melhora no longo prazo, devido às oportunidades ligadas à digitalização e a transição para uma economia mais sustentável. “A expectativa é de retomada do crescimento da produtividade, puxada por oportunidades de investimentos nas novas tecnologias digitais, na implementação das redes 5G, considerada base para a digitalização, e em tecnologias verdes, que ganham importância diante da crise climática”, afirmou a gerente de política industrial da CNI, Samantha Cunha, em nota.

*Título alterado às 10h37 para corrigir informação

Edição: Maria Claudia

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