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Lucro do Banco do Brasil atinge R$ 11 bilhões em 2017

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O Banco do Brasil lucrou R$ 11 bilhões em 2017, um resultado 37% acima do registrado em 2016, de R$ 8 bilhões.
O bom desempenho do banco em 2017 foi puxado pelo aumento das receitas com tarifas bancárias, redução de gastos administrativos e também das provisões para evitar eventuais calotes, informou o banco em sua análise de desempenho.
As receitas do BB somaram R$ 95,818 bilhões em 2017, uma alta de 0,5% sobre o resultado de 2016.
O Banco do Brasil também divulgou o seu lucro líquido ajustado, que desconsidera efeitos extraordinários do seu balanço financeiro. Esse montante foi de R$ 11,06 bilhões, uma alta de 54% em relação a 2016. No ano passado, o resultado contábil do banco foi beneficiado por efeitos fiscais positivos.

Quarto trimestre

No quarto trimestre de 2017, o lucro líquido do banco somou R$ 3,108 bilhões, um avanço de 222,7% em relação ao resultado o mesmo período de 2016. Naquele trimestre o resultado do banco foi impactado negativamente com despesas relativas ao seu plano de incentivo a aposentadorias.

Mais ganhos com tarifas

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As receitas do banco com tarifas cresceram 9% em 2017, para R$ 25,941 bilhões. A principal fonte de receitas do banco é a tarifa de conta corrente, seguida pelas tarifas de administração de fundos.
“Esse movimento foi resultado dos esforços de aumento do relacionamento com os clientes e da qualificação das contas correntes com maior uso de produtos e serviços, com especial atenção à estratégia de intensificação do canal digital como instrumento para proporcionar mais comodidade para nossos clientes”, disse o banco.

camera_enhance As receitas do BB somaram R$ 95,818 bilhões em 2017, uma alta de 0,5% sobre o resultado de 2016. (Crédito: divulgação)

Carteira de crédito

A carteira de crédito do Banco do Brasil encerrou o ano em R$ 684,2 bilhões, acima do registrado nos 3 meses anteriores, de R$ 677 bilhões, mas abaixo do valor em dezembro de 2016, de R$ 708 bilhões.
Segundo o Banco do Brasil, o segmento de crédito para empresas se retraiu em 2017, enquanto o crédito pessoal avançou.
A carteira de crédito para pessoas jurídicas caiu 9,3% no ano, para R$ 267,4 bilhões.
O crédito pessoal avançou 2,7% no ano e somou uma carteira total de R$ 187,7 bilhões.

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Provisões e inadimplência em queda

O Banco do Brasil informou que a qualidade de sua carteira de crédito vem melhorando nos últimos trimestres.
A percentual de operações de crédito com atraso de mais de 90 dias no pagamento foi de 3,7% em dezembro, contra 3,9% em março. Segundo o Banco do Brasil, a redução foi possível com o uso de tecnologia e reforços nas soluções de cobrança.
“Além do empenho de nossa rede de atendimento na cobrança e recuperação de crédito, a tecnologia foi fundamental para o aprimoramento de nossas soluções e plataformas”, afirmou o banco.
As provisões do banco para crédito de liquidação duvidosa somaram R$ 36,686 em dezembro de 2017, abaixo dos valores registrados no trimestre anterior, mas ainda acima do provisionado um ano antes.

G1

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Produção de petróleo, em maio, é de 2,879 milhões de barris por dia

Em maio, a produção de petróleo no país atingiu cerca de 2,879 milhões de barris por dia (MMbbl/d) e 132 milhões de metros cúbicos por dia (MMm3/d) de gás natural, totalizando 3,707 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboe/d).

As informações constam do Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural, divulgado hoje (6), no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP),

As informações podem ser acessadas, de forma interativa, nos Painéis Dinâmicos de Produção de Petróleo e Gás Natural.

Na região do pré-sal, o boletim anuncia que a produção, em maio, registrou volume de 2,835 MMboe/d, sendo 2,239 MMbbl/d de petróleo e 94,7 MMm3/d de gás natural, o que correspondeu a 76,5% da produção nacional. A produção teve origem em 128 poços.

Em maio, o aproveitamento de gás natural atingiu 96,5%. Foram disponibilizados ao mercado 46,3 Mmm³/dia. A queima de gás no mês foi de 4,5 Mmm³/d.

No mês, os campos marítimos produziram 97,4% do petróleo e 86,7% do gás natural, com os campos operados pela Petrobras sendo responsáveis por 94,2% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

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Números

O campo de Tupi, situado no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural em maio último, com 776 MMbbl/d de petróleo e 36,6 MMm3/d de gás natural.

Já a instalação com a maior produção de petróleo, somando 165.478 bbl/d, foi a Plataforma FPSO Carioca, nos campos de Sépia e Sépia Leste, por meio de quatro poços a ela interligados. Em termos de gás natural, a instalação que apresentou a maior produção  foi a Polo Arara, produzindo nos campos de Arara Azul, Araracanga, Carapanaúba, Cupiúba, Rio Urucu e Leste do Urucu 7,252 Mmm³/d por meio de 33 poços a ela interligados.

O boletim revela, também, que Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres (951), enquanto Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores (59).

Os campos de acumulações marginais, por sua vez, produziram 539,6 boe/d, sendo 187,2 bbl/d de petróleo e 56 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 212,9 boe/d.

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Áreas

Em maio, 272 áreas concedidas, cinco áreas de cessão onerosa e oito de partilha, operadas por 41 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 62 são marítimas e 223 terrestres, sendo 12 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.095 poços, dos quais 447 são marítimos e 5.648 terrestres.

As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 84,698 Mboe/d, sendo 61,905 Mbbl/d de petróleo e 3,624 MMm³/d de gás natural. Desse total, 37,3 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 47,4 mil boe/d por concessões não operadas pela empresa.

Segundo a ANP, o grau API médio do petróleo extraído no Brasil foi de 28,3, sendo 2,2% da produção considerada óleo leve, 93,5% óleo médio e 4,3% óleo pesado. O Grau API mede a densidade dos líquidos derivados do petróleo.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Economia

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