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Política Nacional

Líder do governo espera que relatório final da CPI não se limite a apontar culpados

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Em pronunciamento, nesta quarta-feira (13), o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) fez algumas ponderações sobre a fase final da CPI da Pandemia. Ele esclareceu que, no início da Comissão de Inquérito, sempre defendeu que o processo de investigação se pautasse por critérios técnicos, sem  a interferência de viés político, e que os membros atuassem “dentro dos limites constitucionais”. 

— Não faltaram apelos para que o equilíbrio e o exercício do consenso fossem a tônica dos trabalhos, visando combater os excessos de toda ordem e, sobretudo, as radicalizações que nos conduzem, unicamente, ao caminho da criminalização, frustrando a oportunidade de apontar, também, os aperfeiçoamentos necessários, para qualificar o enfrentamento do Estado brasileiro, em caso de futuras emergências de saúde, como a que experimentamos nesse período — declarou. 

Bezerra, que é líder do governo, ressaltou que está na expectativa de que o relatório final a ser apresentado pela CPI pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) possa levar em consideração as experiências de outras nações, a fim de que todos consigam perceber que a crise sanitária ocorreu em momentos diferentes e teve repercussões distintas, o que levou alguns países a terem mais ou menos êxito no início da pandemia.    

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— Espero que o desfecho da CPI da Pandemia não se reduza a apontar culpados, mas garantir uma compreensão precisa dos sucessos e fracassos até o momento, para que essas lições cruciais que aprendemos possam ser usadas na construção de um futuro melhor. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Política Nacional

Debatedores denunciam descaso do governo federal com patrimônio mundial que marca a luta contra a escravidão


Debatedores denunciaram, na Comissão Mista Permanente sobre Migrações Internacionais e Refugiados, o descaso do governo federal com o Cais do Valongo, patrimônio mundial que marca a luta contra a escravidão. O local histórico, no Rio de Janeiro, foi a maior porta de entrada de escravos em todo o mundo e faz parte da identidade brasileira. O presidente do colegiado, Paulo Paim (PT-RS), apresentou um projeto (PL 2000/2021) com diretrizes para a preservação do sítio arqueológico.

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