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Esportes

Leandro Custódio é anunciado como observador técnico oficial do AEC Contagem no Espírito Santo

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"Se for preciso estarei viajando as cidades do Estado captando atletas”, afirmou Leandro Custódio. Foto: Divulgação

O treinador e proprietário do CT Viva, Leandro Custódio, foi anunciado há poucos dias como o observador técnico oficial do AEC Contagem no Espírito Santo. O AEC Contagem é um clube de futebol mineiro localizado na cidade de Contagem e trabalha na formação de jovens jogadores de 11 a 23 anos, tendo parceria e negociações com clubes do Brasil e de Portugal.

“Sempre fiz esse trabalho de observador técnico, porém não era credenciado a nenhum clube, essa é mais uma oportunidade que Deus tem colocado em minha carreira, hoje além de ser treinador profissional, estudante de Educação Física na Unip, agora sou Observador Técnico no Estado do Espírito Santo. Quem ganha com isso é o CT Viva, São Gabriel, Vila Valério e todo o nosso Estado”, conta Leandro.

O AEC Contagem

Segundo Leandro Custódio, o clube iniciou em 2020 um grande processo de captação de novos atletas, tendo atualmente uma das maiores redes de observação técnica do país.

Atualmente, o AEC tem um calendário competitivo durante todo o ano, disputando o Campeonato Mineiro da IMEF e da Liga Mineira de Futebol, a Copa Alterosa SBT, a Super Copa BH, MG Cup, Paraguai Cup, além de amistosos regionais contra grandes clubes e outras competições de base internacionais”, relatou.

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Trabalhos de observação e avaliação

“Receberei credencial e uniforme do clube, os Atletas de 13 a 23 anos virão até as avaliações que serão realizadas no Campo da Cachoeira da Onça em São Gabriel e no Estádio Municipal de Vila Valério, de todos os municípios do estado do Espírito Santo, algumas regiões de Minas e Bahia”, explica o profissional.

“Sendo aprovado, o atleta passará uma semana na Capital de Belo Horizonte na segunda e última fase, aprovado, o atleta receberá todos os benefícios para a base do clube mineiro. Se for preciso estarei viajando as cidades do Estado captando atletas”, completou Leandro.

Fonte: Editora Hoje

Esportes

Covid-19: Corinthians recusa testes no Einstein após casos no Goiás


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O “problema de logística” , segundo comunicado oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que fez o Goiás tomar conhecimento de 10 casos positivos do novo coronavírus (covid-19) minutos antes de a bola rolar na tarde de ontem (9) contra o São Paulo, na partida de estreia no  Campeonato Brasileiro, foi a gota d’água para o Corinthians. Em nota oficial, o Timão afirmou que não fará os exames para detecção de covid-19 no Hospital Albert Einstein, parceiro da CBF. É o primeiro clube a tomar essa decisão, logo na rodada de abertura da Série A.

O Alvinegro cita “falhas e inconsistência nos testes realizados até aqui por outras equipes”. Uma delas, não nomeada pelo clube, é o Red Bull Bragantino. No Campeonato Paulista, 23 amostras coletadas pelo Einstein junto ao time de Bragança Paulista (SP) deram falso positivo para covid-19, o que só foi corrigido horas antes da partida contra o próprio Corinthians, pelas quartas de final do campeonato estadual. Na ocasião, o hospital disse que o problema pode ter sido causado pelo reagente utilizado. A Fundação Procon de São Paulo pediu explicações à instituição de saúde.

“O Sport Club Corinthians Paulista informa que os jogadores, comissão técnica e demais colaboradores do departamento de futebol realizarão os testes para a covid-19 antes de todos os jogos do Campeonato Brasileiro, conforme prevê a Diretriz Técnica Operacional de Retorno das Competições CBF. No entanto, os exames não serão feitos pelo Hospital Albert Einstein. O Departamento Médico do Clube, ao verificar diversas falhas e inconsistência nos testes realizados até aqui por outras equipes, resolveu seguir com os exames realizados pelo mesmo laboratório de confiança utilizado durante a disputa do Campeonato Paulista. Desta forma, o Corinthians pode dar mais segurança a todos os seus colaboradores e também às equipes adversárias”, diz a nota corintiana.

Vale lembrar que o Timão já não queria realizar novos testes da covid-19 antes da final do Paulistão, contra o Palmeiras. O Alvinegro entendia seguir o protocolo da Federação Paulista de Futebol (FPF) ao manter a delegação em confinamento e examinada. A posição havia sido adotada poucos dias após o caso envolvendo o Bragantino. No fim, o Corinthians aceitou, em “comum acordo” com FPF e Verdão, realizar os testes antes da segunda partida da decisão, disputada no último sábado (8). O Einstein também foi o hospital parceiro no Estadual.

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O time paulista estreia na próxima quarta-feira (12) no Brasileirão, às 19h30 (horário de Brasília), contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte.

Confusão em Goiás

No caso de Goiás x São Paulo, o clube goiano explicou que os exames feitos na última quinta-feira (6), três dias antes da partida, no “laboratório escolhido pela CBF” foram invalidados pela entidade, que alegou que “as amostras foram acondicionadas de maneira inapropriada”. Segundo a nota do Esmeraldino, a confederação pediu nova coleta. Tais exames foram realizados na sexta-feira (7)”, com a indicação dos 10 registros positivos disponibilizado apenas na manhã de domingo. O protocolo prevê a divulgação do resultado pelo menos 24 horas antes da partida.

O confronto foi adiado já com os atletas do São Paulo no gramado e ainda não tem nova data para ocorrer. Em nota, a CBF disse que a comissão médica da entidade “determinou à instituição hospitalar que assegure o cumprimento do prazo correto de envio dos resultados dos exames, mantendo a sua qualidade e confiabilidade”.

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O Tricolor Paulista, também em comunicado oficial, manifestou-se dizendo que implementou, a partir da retomada dos treinos, em julho, “um rígido protocolo de trabalho dentro do departamento de futebol” e citando que “não houve, do primeiro teste até aqui, o registro de nenhum novo caso de infecção pelos nossos atletas”. A nota afirmou, também, que o adiamento “foi e será respeitado”, mas, destacou que “o mesmo profissionalismo praticado pelo São Paulo se reflita em outras instituições. É preciso ter responsabilidade diante de uma doença que já fez mais de 100 mil vítimas no Brasil”.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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