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Itália cria chocolate ‘bom’ para a saúde do coração

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camera_enhance O chocolate preto “de alta qualidade” é feito com produtos vegetais que possuem propriedades antioxidantes – dentre elas maçãs secas e azeite extravirgem. (Crédito: divulgação)

Pesquisadores italianos criaram a “Toscolata”, um promissor chocolate que contribuirá para reduzir fatores de risco responsáveis por algumas doenças cardiovasculares, informou o Conselho Nacional de Pesquisas Italiano (CNR).
Segundo a nota divulgada no site, para a criação do chocolate, foram utilizadas “valiosas espécies” de cacau, oriundas de plantações da República Dominicana e “escolhidas pela sua capacidade de combinar com outros ingredientes” – desta vez, todos de origem toscana.
Além disso, o chocolate preto “de alta qualidade” é feito com produtos vegetais que possuem propriedades antioxidantes – dentre elas maçãs secas e azeite extravirgem.
O papel de produtos antioxidantes é o de proteger as células saudáveis do organismo contra agentes que provocam a oxidação, sendo compostos altamente instáveis e que buscam células sadias para o equilíbrio, dentre elas lipídios e proteínas.
O aumento de agentes antioxidantes no organismo humano pode combater algumas doenças crônicas, como a aterosclerose, a obesidade, o diabetes, a hipertensão, além da prevenção contra doenças cardiovasculares.
 
De acordo com o CNR, a “Toscolata” é composta por tabletes de 40 gramas e está disponível para a compra na cidade de Pisa, no Sant’Anna Shop – ponto de venda exclusivo da Escola Superior Sant’anna – e nas lojas “Vestri Cioccolato”. Eles custam aproximadamente 11 euros.
A receita foi desenvolvida por pesquisadores do Conselho Nacional de Pesquisa (IVALSA-CNR), Universidade de Pisa, Escola Superior Sant’anna e Universidade de Siena.
Os pesquisadores ainda informaram que o produto não é tão “saboroso”, mas que valoriza a “excelência agroalimentar” da Toscana.
 

Agência Ansa

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Covid-19: Brasil tem 361 óbitos e 77,1 mil casos em 24 horas

As secretarias estaduais e municipais de saúde registraram 77.166 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 361 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período. 

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quarta-feira (6), em Brasília. Segundo a pasta, o estado do Mato Grosso do Sul não enviou o balanço do dia.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia é de 32.687.680.

O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 937.352. O termo é usado para designar ocorrências notificadas nos últimos 14 dias que não tiveram alta, nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 672.790 desde o início da pandemia. Ainda há 3.255 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 31.077.538 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,3% dos infectados desde o início da pandemia.

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Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (171.306), Rio de Janeiro (74.246), Minas Gerais (62.287), Paraná (43.898) e Rio Grande do Sul (40.131).

Boletim epidemiológico da covid-19 Boletim epidemiológico da covid-19

Boletim epidemiológico da covid-19 – Ministério da Saúde

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia continuam sendo Acre (2.005), Amapá (2.141), Roraima (2.153), Tocantins (4.168) e Sergipe (6.363).

Vacinação

Até o momento, foram aplicadas 451.676.921 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,4 milhões como primeira dose, 157,8 milhões como segunda dose e 4,9 milhões como dose única. Outras 95,7 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço e 11,3 milhões ganharam segunda dose extra, ou quarta dose da vacina.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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