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IR 2021: Angela Assessoria Contábil de Vila Valério alerta para o fim do prazo de entrega da declaração

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Prazo de entrega da declaração termina às 23h59 do dia 31 de maio. Foto: pixabay

Falta menos de duas semanas para encerrar o prazo para prestação de contas com o Leão. O prazo para a entrega da declaração vai até as 23h59 do dia 31 de maio. Por isso, a recomendação da contadora Angela Maria Menegussi da Angela Assessoria Contábil de Vila Valério é de que os contribuintes não deixem para fazer a declaração de última hora.

“O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2021 termina a pouco mais de uma semana, o mesmo já foi prorrogado pela Receita Federal devido à pandemia do Coronavírus. A entrega estava prevista inicialmente para 30 de abril. Quem perder a data estará sujeito ao pagamento de multa e o CPF ficará com restrição”, afirma Angela.

Contribuintes que receberam mais de R$ 28.559,70 de renda tributável no ano passado estão obrigados a fazer a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física.

Também deverá entregar a declaração quem tenha recebido rendimentos isentos acima de R$ 40 mil em 2020, quem tenha obtido ganho de capital na venda de bens ou realizou operações de qualquer tipo na Bolsa de Valores, quem tenha patrimônio acima de R$ 300 mil até 31 de dezembro do ano passado e quem optou pela isenção de imposto de venda de um imóvel residencial para a compra de um outro imóvel em até 180 dias.

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Entre as principais novidades nas regras deste ano, está a obrigatoriedade de declarar o auxílio emergencial de quem recebeu mais de R$ 22.847,76 em outros rendimentos tributáveis e a criação de três campos na ficha “Bens e direitos” para o contribuinte informar criptomoedas e outros ativos eletrônicos.

Não deixe para a última hora

“Recomendo a entrega da declaração o quanto antes, não deixando para a última hora. O alerta é muito importante, porque, com essa mudança da data para a entrega, muitos brasileiros acabam deixando para declarar mais para o final. E isso além de colocar em risco o preenchimento correto dos dados, atrasa também o recebimento da restituição, uma vez que o critério estabelecido pela Receita Federal para o pagamento é relacionado com a data da entrega, ou seja, o quanto antes a declaração for entregue, mais cedo o contribuinte receberá o valor devido, isso caso a declaração não esteja na malha final”, ressalta Angela.

Angela Maria Menegussi da Angela Assessoria Contábil de Vila Valério. Foto: Arquivo Pessoal.

Fonte: Editora Hoje

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Dólar fecha em alta após comentários do Banco Central americano


O tom mais duro do Banco Central norte-americano na reunião de hoje (26) fez o dólar reverter a queda e fechar em leve alta. A bolsa de valores resistiu ao mercado internacional por mais um dia e encerrou no maior nível desde o fim de outubro.

O dólar comercial fechou a quarta-feira vendido a R$ 5,441, com alta de apenas 0,11%. A cotação alternou altas e baixas durante a manhã. À tarde, chegou a cair para R$ 5,40, mas voltou a subir após declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos), Jerome Powell.

Apesar da alta, a moeda norte-americana está na terceira menor cotação do mês. A divisa acumula queda de 2,42% em janeiro.

O mercado de ações teve um dia de otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 111.289 pontos, com alta de 0,98%. O indicador subia 2,2% por volta das 16h, mas desacelerou após o fim da reunião do Federal Reserve.

Como previsto, a autoridade monetária norte-americana não elevou os juros básicos na reunião de hoje. Após o fim da reunião, no entanto, Powell indicou que começará a aumentar os juros da maior economia do planeta em março e que poderá fazer reajustes em todas as reuniões deste ano.

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Atualmente, os juros básicos nos Estados Unidos estão no menor nível da história, entre 0% e 0,25% ao ano, como medida de estímulo monetário durante a pandemia de covid-19.

Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. No entanto, nos últimos dias, a pressão sobre o dólar e a bolsa diminuíram porque os investidores entendem que os efeitos do aperto monetário nos Estados Unidos estão precificados (incorporados aos preços dos ativos).

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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