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Economia

IPC-S tem alta de 0,94% e vai para 4,06% no ano

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© Tânia Rego/Agência Brasil


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), com dados coletados até 30 de novembro, referente a quatro semanas do mês, teve alta de 0,94%. Com isso, ficou 0,17 ponto percentual (p.p) acima da última taxa.

O indicador acumula, agora, aumento de 4,06% no ano e de 4,86% nos últimos 12 meses. O resultado foi divulgado hoje (1º), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

A pesquisa apontou que houve elevação em seis das suas oito classes de despesa componentes. A maior contribuição partiu do grupo educação, leitura e recreação, que saiu de 1,79% para 3,00%. Nesta classe de despesa, segundo o Ibre, o item passagem aérea passou de 14,07% para 24,19%.

Também apresentaram altas nas taxas de variação os grupos alimentação, que subiu de 1,69% para 1,88%); habitação, de 0,23% para 0,33%; comunicação, de 0,09% para 0,14%; despesas diversas, saindo de queda de 0,01% para alta de 0,09%; e saúde e cuidados pessoais com pequena variação de 0,17% para 0,18%.

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A pesquisa foi feita em Brasília, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Comportamento

Para o Ibre, destaca-se nestas classes de despesa o comportamento dos itens carnes e peixes industrializados (1,84% para 2,38%), tarifa de eletricidade residencial (-0,14% para 0,16%), combo de telefonia, internet e TV por assinatura (0,19% para 0,29%), serviços bancários (0,13% para 0,25%) e medicamentos em geral (0,20% para 0,37%).

Já outros grupos apresentaram recuo. É o caso de vestuário (0,29% para 0,04%) e transportes (0,94% para 0,93%). Nestas classes de despesa, roupas passaram de 0,32% para 0,01%) e serviço de reparo em automóvel de 0,36% para 0,13%.

A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 7 de dezembro, será divulgada dia 8.

 

Edição: Kleber Sampaio

Economia

Pagamento de indenizações do Dpvat passa a ser feito pela Caixa


A partir desta segunda-feira (18), a Caixa assume a gestão dos recursos e do pagamento das indenizações do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat). De acordo com a instituição, “as solicitações de indenização poderão ser feitas nas agências do banco para acidentes com vítimas ocorridos a partir de 1° de janeiro de 2021”.

De responsabilidade da Superintendência de Seguros Privados (Susep), vinculada ao Ministério da Economia, o Dpvat é um seguro obrigatório destinado a indenizar vítimas de acidentes de trânsito ocorridos em todo o território nacional. Conforme contrato firmado entre a Caixa e Susep, o banco será o responsável pela gestão dos recursos do seguro e pelo pagamento das indenizações, assegurando à população o acesso ao benefício.

Atendimento

Segundo a Caixa, as solicitações de indenização poderão ser feitas nas agências, já a partir de segunda-feira. Para isso, a pessoa deve apresentar a documentação requerida por lei, conforme a cobertura aplicável. “Com a solicitação aprovada, o pagamento da indenização será feito em até 30 dias em uma Conta Poupança Social Digital da Caixa, no Caixa Tem, em nome da vítima ou dos beneficiários, dependendo do caso”.

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A Caixa informa ainda que, em breve, será lançado o App Dpvat, que irá proporcionar ainda mais facilidade na hora de solicitar o seguro. O aplicativo permitirá o upload dos documentos e o acompanhamento da solicitação de indenização. Mais informações no site www.caixa.gov.br/dpvat ou pelo telefone 0800 726 0207.

Dpvat

Criado em 1974, o Dpvat indeniza vitimas de acidentes de trânsito, sejam motoristas, passageiros ou pedestres, brasileiros ou estrangeiros, sem apuração de culpa. A indenização é paga em casos de morte, invalidez permanente total ou parcial e para o reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada por danos físicos causados por acidentes com veículos automotores de via terrestre ou por suas cargas. Estão enquadrados os acidentes de trânsito envolvendo carros, motos, caminhões, caminhonetes, ônibus e tratores (sujeitos ao licenciamento do Detran).

*Com informações da Caixa

Edição: Aécio Amado

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