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Economia

Inflação da construção fica em 0,71% em novembro, diz FGV

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© Fernando Frazão/Agência Brasil


O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,71% em novembro deste ano, abaixo da taxa de 0,80%, do mês anterior. Com o resultado, o INCC-M acumula taxas de 13,68% no ano e de 14,69% em 12 meses.

O recuo de outubro para novembro foi puxado pelos materiais e equipamentos. Este segmento registrou uma inflação de 1,23% em novembro deste ano ante uma taxa de 1,68% em outubro.

Os serviços e a mão de obra, por outro lado, tiveram alta na taxa de inflação. A taxa dos serviços subiu de 0,36% em outubro para 0,49% novembro. Já a variação de preços da mão de obra subiu de 0,10% para 0,28%.

Edição: Maria Claudia

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Economia

Indicador de produtividade da indústria cai 1,3%, no 3º trimestre


A produtividade do trabalho na indústria no terceiro trimestre de 2021 retornou ao patamar do segundo trimestre de 2020, momento mais grave da crise causada pela pandemia de covid-19. É o que mostra o estudo Produtividade na Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado hoje (3).

O indicador que mede a relação entre o volume produzido e as horas trabalhadas na produção caiu 1,3% em relação ao segundo trimestre do ano, na série livre de efeitos sazonais.

A pesquisa revela que o volume produzido no terceiro trimestre de 2021 recuou 1,9% em relação ao segundo trimestre deste ano. E as horas trabalhadas caíram 0,6% na mesma base de comparação.

Segundo a CNI, a produtividade está em queda desde o último trimestre de 2020. Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, último trimestre de alta do indicador, a perda acumulada chega a 7,6%.

Para a CNI, as quedas consecutivas refletem o ambiente de elevadas incertezas, prejudicial ao investimento e, no curto prazo, pesam dificuldades como a falta de insumos e a pressão sobre os custos de produção.

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De acordo com o estudo, 2021 será o segundo ano consecutivo de recuo da produtividade, que deve cair mais de 2%. A maior queda registrada pelo indicador desde o início da série histórica, em 2000, foi de 2,2%, em 2008, ano marcado pela crise financeira global.

Segundo a CNI, apesar do cenário desafiador para os próximos meses, a perspectiva é de melhora no longo prazo, devido às oportunidades ligadas à digitalização e a transição para uma economia mais sustentável. “A expectativa é de retomada do crescimento da produtividade, puxada por oportunidades de investimentos nas novas tecnologias digitais, na implementação das redes 5G, considerada base para a digitalização, e em tecnologias verdes, que ganham importância diante da crise climática”, afirmou a gerente de política industrial da CNI, Samantha Cunha, em nota.

*Título alterado às 10h37 para corrigir informação

Edição: Maria Claudia

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