conecte-se conosco


Economia - ES1.com.br

Índice que mede a inflação do aluguel acelera e sobe 0,64% em março

Publicado em

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) avançou para 0,64% em março, acelerando o ritmo de alta em relação a fevereiro, quando subira 0,07%, divulgou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Assim, o indicador voltou a subir em 12 meses após 9 meses de deflação, mostrando elevação de 0,20%. No ano, o acumulado registra avanço de 1,47%. 
O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.
No mês, o resultado veio em linha com a mediana das estimativas do Projeções Broadcast, com intervalo que ia de 0,48% a 0,75%. Em 12 meses, o IGP-M ficou ligeiramente acima da mediana de 0,19%, mas dentro do intervalo esperado, que variava de 0,09% a 0,31%. 
Entre os três indicadores que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) teve forte aceleração, saindo de queda de 0,02% em fevereiro para alta de 0,89% em março. Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) desacelerou de 0,28% para 0,14%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) passou de 0,14% para 0,23% no período.

leia também:  Pesquisa da ANP constata ligeiro recuo no preço médio da gasolina

Estadão

Economia - ES1.com.br

Postos anunciarão preço de combustível válido antes da redução do ICMS

A partir desta quinta-feira (7), os postos de combustíveis de todo país estão obrigados a divulgar, de forma “correta, clara, precisa, ostensiva e legível”, os preços dos combustíveis que eram cobrados, em cada empresa, no dia 22 de junho de 2022, “de modo que os consumidores possam compará-los com os preços praticados no momento da compra”.

A determinação, com vigência até 31 de dezembro de 2022, consta do decreto nº 11.121, publicado no Diário Oficial da União de hoje.

Com a medida, o governo pretende possibilitar ao consumidor comparar o preço atual com o que era cobrado antes de vigorar a lei que não permite às unidades federativas cobrar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com percentual acima da alíquota de 17% ou 18%, dependendo da localidade. A lei foi sancionada no dia 24 de junho.

O decreto publicado hoje destaca,  ainda, que os donos dos postos deverão informar também, em separado, o valor aproximado relativo ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); o valor relativo à Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep); e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins; e, ainda, o valor relativo à Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (Cide-combustíveis).

leia também:  Caixa paga hoje Auxílio Brasil a beneficiários com NIS final 2

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Economia

Visualizar

MAIS LIDAS

error: Conteúdo protegido!!

⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

novo cartaz apae2