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Índice de Confiança do Empresário Industrial sobe para 63,2 pontos

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© CNI/José Paulo Lacerda


O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) cresceu 1,2 ponto em agosto deste ano, em comparação com junho, informou hoje (11), em Brasília, a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Com isso, o índice ficou em 63,2. Este é o quarto aumento consecutivo no indicador, que acumula crescimento de 9,5 pontos no período.

O índice varia de zero a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do setor de indústria e, quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminada é a confiança do empresariado. Quanto mais próximo de zero, menor a confiança.

Para o levantamento, foram entrevistados 1.477 empresários, dos quais 580 de pequeno porte, 558 de médio porte e 339 de grande porte, de 2 a 6 de agosto. O resultado mostra que o índice de expectativas do empresário em relação à economia e a própria empresa nos próximos seis meses tem se mantido positivo.

Percepção positiva

De acordo com a CNI, o Índice de Condições Atuais, um dos componentes do índice de confiança da indústria e que mostra a percepção sobre as condições nos últimos seis meses, aponta uma percepção mais positiva do estado atual da economia brasileira e das empresas.

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“O índice cresceu 1,8 ponto para 57,5 pontos. O Índice de Expectativas, que já estava em um patamar elevado, avançou 0,8 ponto, atingindo 66 pontos”, informou a CNI.

Edição: Kleber Sampaio

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Turismo nacional fechou novembro com faturamento de R$ 14,7 bilhões


O setor de turismo fechou novembro do ano passado com faturamento de R$ 14,7 bilhões, 19,3% superior ao registrado no mesmo mês de 2020, mas 15,5% inferior a novembro de 2019, no período pré-pandemia. Essa foi a oitava elevação mensal seguida do faturamento do setor. Os dados, divulgados hoje (19), são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

O destaque do mês foi o transporte aéreo, que superou em 63,3% o faturamento de novembro do ano anterior. Apesar disso, o faturamento do mês, de R$ 4,3 bilhões, ainda está 19% abaixo quando comparado a 2019. O grupo hotéis, pousadas e restaurantes também se destacou.  No penúltimo mês do ano, o faturamento do grupo foi de R$ 4,4 bilhões – alta anual de 13,1%, porém, ainda 16,8% inferior ao nível anterior à pandemia.

De acordo com a FecomercioSP, apesar dos bons resultados apresentados em novembro, os próximos meses ainda deverão ser incertezas para o turismo nacional. Com a chegada da variante Ômicron, o cenário se transformou e os números de dois meses atrás não refletem o impacto da nova onda de covid-19 em 2022.

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“O volume de reservas e as manifestações de intenção de viagens se concretizaram em negócios. Isso animou os empresários do setor. É bem possível que os resultados de dezembro sejam também bastante positivos, e a mudança de cenário se dê, infelizmente, nos números de janeiro, por causa da variante Ômicron no país”, disse  Mariana Aldrigui, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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