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Economia

Incentivo financeiro movimenta setor de destilados capixaba

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Bebida de importância cultural, social e econômica para o Brasil por estar diretamente ligada ao início da colonização portuguesa do país e à atividade açucareira, a produção tipicamente nacional se tornou aposta do setor de destilados. No Espírito Santo, a atividade conta com o apoio do “Programa de Fomento à Produção de Cachaça de Qualidade” do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes).
O programa tem como objetivo modernizar o parque produtivo de cachaça de alambique no Estado para que a produção possa atender às exigências crescentes de qualidade por parte dos consumidores do mercado nacional e externo. De acordo com o diretor-presidente do Bandes, Aroldo Natal, produzir cachaça ou aguardente, principalmente de maneira artesanal, é uma maneira de investir num negócio com grandes possibilidades de crescimento.
“As cachaças de alambique conquistam consumidores das classes A e B. Elas são produzidas artesanalmente em propriedades rurais e alguns produtores com a conquista da certificação conseguem alcançar o mercado exterior”, destaca Natal. Para o desenvolvimento da atividade a aposta está no investimento de boas práticas, e é necessário capacitar as empresas para a produção de bebidas.
O produtor que já investe ou deseja investir em uma fábrica de cachaça pode apostar também na diversificação e na modernização do negócio como uma maneira de aumentar o faturamento. Além da produção, os alambiques (especialmente os instalados na zona rural) possuem potencial para o agroturismo para receber consumidores interessados em conhecer o processo de fabricação e degustar direto na fonte.

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Simulação

Caso esteja interessado, você pode fazer uma simulação no site ou no aplicativo para smartphones. Basta responder algumas perguntas para saber que tipo de crédito é o ideal. “Esta ferramenta é muito útil porque permite calcular o valor que você pode obter em cada instituição financeira, além dos prazos de pagamento e taxas de juros que deverá pagar em cada caso”, destaca o diretor de Crédito.
O atendimento pode ser feito presencialmente na sede do banco. Pelo site, você encontra os endereços dos parceiros consultores, em todos os municípios capixabas.

Assessoria de comunicação/ Bandes

Economia

Indicador de produtividade da indústria cai 1,3%, no 3º trimestre


A produtividade do trabalho na indústria no terceiro trimestre de 2021 retornou ao patamar do segundo trimestre de 2020, momento mais grave da crise causada pela pandemia de covid-19. É o que mostra o estudo Produtividade na Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado hoje (3).

O indicador que mede a relação entre o volume produzido e as horas trabalhadas na produção caiu 1,3% em relação ao segundo trimestre do ano, na série livre de efeitos sazonais.

A pesquisa revela que o volume produzido no terceiro trimestre de 2021 recuou 1,9% em relação ao segundo trimestre deste ano. E as horas trabalhadas caíram 0,6% na mesma base de comparação.

Segundo a CNI, a produtividade está em queda desde o último trimestre de 2020. Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, último trimestre de alta do indicador, a perda acumulada chega a 7,6%.

Para a CNI, as quedas consecutivas refletem o ambiente de elevadas incertezas, prejudicial ao investimento e, no curto prazo, pesam dificuldades como a falta de insumos e a pressão sobre os custos de produção.

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De acordo com o estudo, 2021 será o segundo ano consecutivo de recuo da produtividade, que deve cair mais de 2%. A maior queda registrada pelo indicador desde o início da série histórica, em 2000, foi de 2,2%, em 2008, ano marcado pela crise financeira global.

Segundo a CNI, apesar do cenário desafiador para os próximos meses, a perspectiva é de melhora no longo prazo, devido às oportunidades ligadas à digitalização e a transição para uma economia mais sustentável. “A expectativa é de retomada do crescimento da produtividade, puxada por oportunidades de investimentos nas novas tecnologias digitais, na implementação das redes 5G, considerada base para a digitalização, e em tecnologias verdes, que ganham importância diante da crise climática”, afirmou a gerente de política industrial da CNI, Samantha Cunha, em nota.

*Título alterado às 10h37 para corrigir informação

Edição: Maria Claudia

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