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IGP-10 tem inflação de 1,19% em novembro

Publicado em

© Marcello Casal JrAgência Brasil


O Índice Geral de Preços- 10 (IGP-10), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 1,19% em novembro. Em outubro, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,31%.

A taxa de novembro deste ano ficou, no entanto, abaixo dos 3,51% de novembro de 2020. Com o resultado, o IGP-10 acumula inflação de 17,47% no ano e de 19,78% em 12 meses.

A alta outubro para novembro foi puxada principalmente pelos preços no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de uma deflação de 0,77% em outubro para uma inflação de 1,31% em novembro.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também teve alta ao subir de 0,53% em outubro para 0,95% em novembro.

Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, teve queda ao recuar de 1,26% em outubro para 0,79% em novembro.

Edição: Kleber Sampaio

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Banco Central diz que atividade econômica cresce 0,69%


O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), registrado em novembro de 2021, apresentou alta de 0,69% na comparação com outubro, percentual já dessazonalizado para compensar eventuais diferenças entre os períodos, como o número maior de feriados ou fins de semana.

O dado, uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) foi divulgado hoje (17), em Brasília, pelo Banco Central. Apesar da alta, o trimestre ainda apresenta número negativo (-0,79%), devido a uma sequência anterior de recuos, segundo os números apresentados pela autoridade monetária.

Na comparação com novembro de 2020, quando os efeitos da pandemia estavam mais acentuados, o indicador tem alta de 0,43%; e no acumulado do ano (janeiro a novembro de 2021) a variação observada, sem ajuste sazonal, ficou em 4,59%. No acumulado de 12 meses, novembro tem alta de 4,30%.

Selic e câmbio

O IBC-Br incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: a indústria, o comércio e os serviços e a agropecuária, além do volume de impostos. O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o Banco Central a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 9,25% ao ano.

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A previsão do mercado para a taxa básica de juros, a Selic, ao final de 2022, é de 11,75% ao ano, conforme boletim divulgado pelo Banco Central no início do mês.

Edição: Kleber Sampaio

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