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ICEPi realiza o I° Simpósio de Qualificação Hospitalar

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Com o objetivo de melhorar cada vez mais o acesso e a qualidade do atendimento aos pacientes nos hospitais da Rede Estadual, o Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi) realizou o I° Simpósio de Qualificação Hospitalar, nessa quarta-feira (1º), no auditório da Multivix, em Goiabeiras, Vitória.

O evento, organizado pelo Programa de Gestão do Acesso e da Qualidade da Assistência nas Redes de Atenção à Saúde (PGAQ), que reúne o Núcleo Interno de Regulação (NIR), a Medicina Hospitalista (MH), o Escritório de Gestão de Alta (EGA) e a Autorregulação Formativa Territorial (ARFT), contou com palestras sobre a gestão do acesso, o uso de indicadores para a tomada de decisões e conceitos em modelo de melhoria na saúde.

Participaram os membros dos projetos do ICEPi e também diretores dos hospitais estaduais, além da subsecretária de Estado da Assistência em Saúde, Quellen Tanize Alves da Silva. “Vimos a necessidade de qualificar e ampliar a atenção hospitalar e de estruturar projetos que pudessem responder a uma mudança de modelo, concentrado no usuário, e que pudéssemos de fato organizar processos e fluxos. Muito se avançou!”

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O evento

A abertura foi feita pela coordenadora do PGAQ, Simone Tosi, que destacou a importância do evento para tratar da qualificação hospitalar. “Em breve, iremos começar também os Escritórios de Qualidade nos hospitais estaduais e desenvolver toda a sistemática de gestão do acesso com a rede contratualizada”, pontuou.

Para a primeira palestra, a médica infectologista Daniela Feitosa, abordou os conceitos em modelo de melhoria na saúde. “O nosso desafio é pensar quais mudanças de processos, estrutura e cultura podemos fazer que mudarão os nossos resultados. Monitorar dados é o que nos faz perceber se estamos no caminho certo”, disse.

A também médica infectologista Cristiana Gomes, tratou do uso de indicadores e sua importância para a tomada de decisões. “Temos urgência em melhorar várias dimensões da saúde. Boas decisões aceleram este processo”, afirmou.

O encerramento foi feito pelo membro fundador da Sociedade Brasileira de Medicina Hospitalar (Sobramh) e diretor da empresa Eficiência Hospitalista, André Wajner, que detalhou como funciona o EGA. “O Escritório é o coração assistencial do hospital, padroniza a comunicação entre as equipes e é um instrumento de liderança. Os objetivos primários são diminuir o tempo de internação do paciente e aumentar a qualidade assistencial”, enfatizou.

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Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Sesa
Syria Luppi / Kárita Iana / Luciana Almeida / Thaísa Côrtes / Danielly Schulthais / Ana Cláudia dos Santos
[email protected]

Coordenadoria de Comunicação em Saúde – Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi)
Gabriel Torobay / Mayra Scarpi
[email protected]

Fonte: Governo ES

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Procon-ES notifica Uber por recusa em transportar cão-guia


O Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-ES) notificou, esta semana, a Uber do Brasil Tecnologia Ltda. Isso porque o Procon-ES recebeu denúncias de que alguns motoristas do aplicativo estariam se negando a transportar cães-guias que acompanham pessoas com deficiência visual, ferindo, assim, a Lei nº. 13.146/2015, que instituiu a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).

Segundo informações trazidas pelos consumidores, os motoristas aceitam a viagem, mas ao se deparar com a presença do cão-guia recusam a viagem e alegam não serem obrigados a transportar o animal. Tal prática viola os direitos básicos do consumidor.

De acordo com o diretor-presidente do Procon-ES, Rogério Athayde, proibir o transporte de cão-guia pelos motoristas do Aplicativo Uber é uma prática abusiva e desleal, sendo dever do Instituto zelar pelo direito desses consumidores.

“Essa atitude fere o respeito à dignidade do consumidor, um princípio a ser observado mirando preservar e garantir a harmonia na relação de consumo. Além disso, o consumidor é considerado vulnerável diante do fornecedor de produtos e serviços. Desta forma, é obrigação do Procon-ES proteger os consumidores em geral, bem como coibir quaisquer práticas que atentem contra os direitos básicos dos consumidores”, pontuou.

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Além disso, prosseguiu Athayde, a recusa em transportar os animais se torna uma barreira à acessibilidade e à inclusão da pessoa com deficiência visual. “A prática de recusar transportar o cão-guia, além do ato de discriminação, é uma barreira que impede o exercício do direito da pessoa com deficiência à acessibilidade. Tal prática deve ser veementemente combatida, derrubando as barreiras que impedem as pessoas com deficiência de exercerem com gozo seus direitos à acessibilidade, liberdade, locomoção e à informação”, informou.

O Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor requer que, no prazo de 10 dias úteis, a partir do recebimento da notificação, que a empresa apresente os devidos esclarecimentos quanto à recusa dos motoristas em transportar pessoas com deficiência visual acompanhadas de cão-guia, devendo informar a política em relação a esses clientes.

A empresa também deve apresentar as ações adotadas para que pessoas com deficiência tenham direito à igualdade de acesso, além da resposta às queixas de consumidores que tenham sofrido discriminação ao usar seus serviços.

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O Procon-ES recomenda ainda que a Uber do Brasil informe aos motoristas do aplicativo quanto à obrigatoriedade em transportar pessoas com deficiência visual acompanhadas de cão-guia, conforme determinação legal prevista no artigo 1º, da Lei nº. 11.126/2005.

Caso não sejam cumpridas as ações requeridas na notificação, será instaurado procedimento administrativo de ofício para constatação da prática infrativa perpetrada e posterior aplicação de sanção.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do Procon-ES
Amanda Ribeiro/Renata Alves (respondendo)
[email protected]

Fonte: Governo ES

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