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Saúde

Hospitais de campanha de SP tem 130 pacientes internados com covid-19

Publicado em

© Sergio Andrade/Governo do Estado de São Paulo
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Os dois hospitais de campanha da cidade de São Paulo, criados para atender pacientes infectados pelo novo coronavírus que necessitam de internação de baixa e média complexidade, têm hoje (15) 130 pacientes internados, segundo a secretaria municipal da Saúde.

Dos 200 leitos criados no estádio do Pacaembu para esse tipo de atendimento, 86 já estão ocupados, sendo que 80 pacientes estão instalados em leitos de baixa complexidade e seis, que estão em situação mais grave, na sala de estabilização. Ainda hoje é esperada a chegada de mais 10 pacientes no hospital de campanha do Pacaembu. Outros seis pacientes tiveram alta médica e vão terminar o tratamento em casa.

Já o do Anhembi teve hoje 50 pacientes internados, sendo que dois deles estão na sala de estabilização. Um deles recebeu alta médica. Outros três foram transferidos para hospitais depois do agravamento clínico. O hospital do Anhembi ainda não foi totalmente terminado, mas a previsão é de que ele tenha 1,8 mil leitos em funcionamento.

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Os hospitais de campanha funcionam de portas fechadas, ou seja, os pacientes só chegam a eles transferidos de outras unidades hospitalares.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, a capital tem hoje 8.024 casos confirmados de coronavírus, com 563 óbitos.

Estado

No estado de São Paulo, os hospitais já estão sobrecarregados, operando no ou próximo do limite. Estão internados em enfermarias ou em unidades de tratamento intensivo (UTI) nesta terça-feira, em decorrência da covid-19 [doença provocada pelo coronavírus], 2.332 pessoas – 1.132 em UTI e 1,2 mil em enfermarias.

O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista, informou na tarde de hoje que atingiu seu limite de atendimento em UTIs: 100% dos seus 30 leitos estão ocupados.  Também já estão sobrecarregados os sistemas de atendimento em UTI do Hospital das Clínicas, com 83% de ocupação, Hospital Geral de Pedreira (87%) e Hospital Vila Nova Cachoeirinha (86%).

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

Saúde

Covid-19: aumenta circulação de subvariante Delta em Belém do Pará


Uma subvariante Delta do novo coronavírus, que pode não ser detectada em testes rápidos, tem circulado de forma cada vez mais intensa em Belém, no Pará. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), após sequenciamento de 16 amostras do vírus SARS-CoV-2 obtidas de pacientes na capital paraense.

“Nessas análises a Sesma detectou uma uma subvariante Delta, a AY.33, circulando em Belém e que pode não ser detectada por testes rápidos e pelos protocolos padrões de RT-qPCR”, informou, em nota, a secretaria.

Diante da constatação, a prefeitura local está orientando que qualquer pessoa que apresente sintomas compatíveis com covid-19 fique em isolamento social por 14 dias. Na nota divulgada pela Sesma, foram apresentados resultados de análises feitas desde julho, que revelaram uma inversão das variantes identificadas.

Em julho e agosto, dos 1.612 casos da covid-19 notificados em Belém, foram enviadas, para sequenciamento, 72 (4%) amostras de pacientes sintomáticos que apresentaram RT-qPCR positivo. Desses casos, 84,7% de casos foram provocados pela variante Gamma, enquanto os casos da variante Delta representaram 9,7%.

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Dos 332 casos notificados em setembro, 24 (7%) dos pacientes sintomáticos tiveram resultado positivo no RT-qPCR. Destes, 50% foram casos provocados pela variante Delta e 50% dos pacientes haviam sido infectados pela variante Gamma do vírus SARS-CoV-2.

Nos primeiros 20 dias do mês de outubro, foram notificados 152 casos. As 20 amostras genotipadas (13%) revelaram uma inversão, com a predominância da variante Delta, responsável por 75% dos casos, enquanto a variante Gamma foi identificada em 25% das análises.

“Diante deste cenário, se faz a necessário que a população siga com as medidas de prevenção e controle como: isolamento domiciliar da pessoa que estiver com suspeita ou em período de transmissão da doença, lavagem frequente das mãos com água e sabão e/ou álcool em gel, além do uso obrigatório de máscara e manter o distanciamento social”, informou a Sesma.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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