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Homicídios caem 17% na Regional de Barra de São Francisco

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camera_enhance O delegado regional, Juliano Batista Fernandes, comemora a queda de homicídios na região. (Crédito: divulgação)

O número de homicídios registrados na 14ª Delegacia Regional de Barra de São Francisco em 2017 registrou queda de 17% em relação ao ano passado. Informações obtidas junto à Secretaria de Segurança Pública (Sesp/ES) e ao delegado regional, Juliano Batista Fernandes, mostram que foram registrados 30 homicídios em 2016, contra 25 no ano passado em toda a área de atuação da regional.
Mas o delegado alerta para o fato de que, em alguns municípios como Água Doce do Norte e Mantenópolis o número de crimes contra a vida aumentou. Em Ecoporanga houve redução e em Barra de São Francisco ficou estável. “Podemos destacar o município de Águia Branca, que registrou um homicídio recente, mas que em todo o ano passado não teve um assassinato sequer”.
Fernandes, que atribuiu a redução do número de homicídios ao trabalho conjunto da Polícia Civil com a Polícia Militar e também à ajuda do Corpo de Bombeiros.
“Nós temos desenvolvido um trabalho árduo de investigação dos crimes cometidos na nossa jurisdição e temos conseguido solucionar a maioria deles o que tem ajudado a desestimular as tentativas de homicídio em nossa área”, sustenta Fernandes.
O delegado salientou que, apesar do efetivo reduzido, os policiais civis têm se empenhado ao máximo em solucionar os crimes e a ajuda do Corpo de Bombeiros, que tem prestado socorro rápido a vítimas de tentativas de homicídio, também contribui muito para essa redução.

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camera_enhance A 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Barra de São Francisco é a única da região noroeste com plantão 24 horas. (Crédito: divulgação)

Crimes contra o patrimônio estão em alta na regional

Quanto ao número de furtos e roubos, Juliano afirma que ainda não tem um balanço do ano passado, mas afirma que o índice está aumentando, principalmente o furto e roubo de motocicletas e outros veículos. Ele destaca, no entanto, que também nessa área a Polícia Civil e a Militar têm feito um trabalho conjunto e integrado para recuperar os bens roubados ou furtados.
No entanto, o delegado observa que a Polícia Militar não tem feito blitze na cidade e região, o que ele acredita ser devido ao fato de não haver mais pátios do Detran para levar os veículos apreendidos. “A falta de local para guardar os veículos em situação irregular parece ter levado a Polícia Militar a reduzir muito as blitze, o que acredito que está encorajando os ladrões de carros e motos”, disse ele.
A 14ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Barra de São Francisco fica localizada no bairro Vaquejada, na saída para Mantena, é a única da região noroeste com plantão 24 horas, por isso atende pessoas que moram nos municípios de Barra de São Francisco, Água Doce do Norte, Ecoporanga, Mantenópolis, Vila Pavão, Águia Branca, São Gabriel da Palha e Vila Valério.

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camera_enhance O furto e roubo de motocicletas e outros veículos tem aumentado. (Crédito: divulgação)

Comunicação precária irrita

Um dos grandes problemas da 14ª Delegacia de Polícia Civil de Barra de São Francisco, já detectado no ano passado pela reportagem do jornal Notícia Capixaba, é a comunicação. Localizada no bairro Vaquejada, que fica encoberto por um morro, a delegacia não tem internet e o sinal de celular é extremamente precário.
“Já fizemos reclamações junto à Vivo para tentar resolver o problema, mas até hoje não obtivemos uma resposta satisfatória”, lamenta o delegado, que para se comunicar via celular ou acessar a internet tem que se dirigir até o centro da cidade.

 

Editora Hoje

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Policiais da Core prendem homem que se passava por policial civil em Vila Velha

Um homem de 31 anos foi preso por policiais civis da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), durante uma operação policial no bairro Novo México, em Vila Velha. Ele é suspeito de se passar por um policial civil da unidade.

A equipe policial recebeu uma denúncia, que informava de um indivíduo se passava por um policial civil da unidade. “Após levantamentos, foram identificadas imagens do suspeito, em que o mesmo fazia uso de colete e distintivos da polícia, e dizia estar “indo trabalhar”, além de outras fotos em que ele aparece com uma pistola na cintura. O retrato foi usado no perfil dele no WhatsApp, portando uma pistola, distintivo da PCES e uma caneca com o símbolo da Polícia Civil”, disse o coordenador da Core, delegado Ricardo Almeida.

De acordo com o delegado, a equipe levantou as informações de que o suspeito trabalhava como chefe de segurança em uma empresa em Vila Velha e se apresentava como policial civil, sempre portando uma arma de fogo e se deslocando em uma moto ou carro.

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“A equipe policial realizou uma campana com viatura descaracterizada próximo ao local de trabalho do suspeito, em Novo México, Vila Velha. Ao avistar uma motocicleta com um indivíduo com as características do homem que estávamos à procura, fizemos a abordagem do mesmo”, explicou Ricardo Almeida. 

Segundo o responsável pela investigação, o suspeito, ao ser questionado se portava arma de fogo, disse que sim e em ato continuo, ao ser perguntado sobre o colete e distintivo da polícia civil que ele usava, indicou que os apetrechos estavam na casa dele. “Seguimos então para o edifício, onde fomos atendidos pela mãe do conduzido, que nos convidou para entrar e mostrou o quarto do suspeito, indicando onde estava o colete e o distintivo, sendo estes recolhidos pela equipe”, acrescentou o delegado.

Em depoimento, o conduzido alegou que a arma usada por ele era do pai, que era inspetor penitenciário de determinação temporária. Já o colete balístico, não teve nenhum documento apresentado. Ao consultarem os antecedentes criminais do indivíduo de 31 anos, os policias constataram que ele já tinha passagens pelos crimes de ameaça, estelionato e vias de fato. 

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O suspeito foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e falsa identidade, sendo encaminhado para o Centro de Triagem de Viana (CTV), ficando à disposição da Justiça.

Texto: Brenda Corti, estagiária da Seção de Imprensa e Comunicação Interna (Sicoi)

 

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Fonte: Polícia Civil ES

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