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Economia

Guia de financiamento ajuda empresas interessadas em sustentabilidade

Publicado em

© 04 16:24:36


Característica cada vez mais exigida por investidores internacionais, a sustentabilidade de indústria, comércio e empreendimentos tem atraído uma larga fatia de recursos disponíveis no mercado mundial. Para ajudar empresas brasileiras a explorarem fundos climáticos, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou nesta semana o guia Financiamento para o Clima: Guia para Otimização de Acesso pela Indústria.

“Cada vez mais consolida-se o entendimento de que iniciativas que respondam aos desafios ambientais, sociais e de governança de forma mais efetiva dão mais retorno e são mais sustentáveis. E é nisso que investidores estão de olho”, destaca o gerente executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo.

Segundo o órgão, as iniciativas climáticas movimentaram cerca de US$ 612 bilhões em 2017 e US$ 546 bilhões em 2018. Desses recursos, apenas 4,5% foram para empreendimentos localizados na América do Sul e Caribe, enquanto a Ásia – considerada em rápida expansão de negócios sustentáveis – abocanhou 38% das verbas.

O documento lançado pela CNI lista informações relevantes para buscar financiamentos em 16 fundos diferentes, disponíveis para quem pretende ampliar setores em conformidade com as exigências ambientais modernas. Segundo a cartilha, empresas de qualquer porte podem participar. São exigidas garantias econômicas de viabilidade e planejamento antecipados de impactos econômicos e ambientais no país.

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Edição: Graça Adjuto

Economia

Grupo Neoenergia vence leilão da CEB com ágio de 76,63%


A Bahia Geração de Energia, do Grupo Neoenergia, venceu, sob representação do CityGroup, o leilão de privatização da Companhia Energética de Brasília S.A (CEB Distribuição), realizado na manhã desta sexta-feira (4), na sede da B3, em São Paulo. O valor de arremate foi de R$ 2,515 bilhões, um ágio de 76,63%.

De acordo com as regras estipuladas para o certame, o lance mínimo deveria ser de R$ 1,423 bilhão. Com duração aproximada de duas horas, a disputa foi bastante acirrada entre a Bahia Geração de Energia e a CPFL Comercialização de Energia Cone Sul, representada pela BTG Pactual.

A CPFL terminou o leilão oferecendo R$ 2,508 bilhões, um ágio de 76,14%. A terceira concorrente, a Equatorial Participações e Investimentos, representada pela corretora XP, apresentou uma proposta de R$ 1,485 bilhão, um ágio de 4,29%.

O processo de privatização da empresa foi desenhado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O presidente da instituição, Gustavo Montezano, afirmou que a CEB “drenava” recursos públicos que poderiam ser destinados a outras áreas, como educação, saúde, infraestrutura da unidade federativa. Segundo ele, a previsão é de que a concessão atraia R$ 5 bilhões de investimento para a região.

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O presidente da CEB, Edison Garcia, reconheceu que a privatização da companhia foi alvo de “muita oposição”, mas argumentou que seguiu princípios técnicos e que deve melhorar o serviço. “Chegamos em um prazo recorde, histórico, de privatizações no Brasil, com uma privatização com o maior ágio, o maior número nominal de venda e o maior tempo possível”, disse, destacando que o processo todo demorou 11 meses para ser concluído.

Presente no leilão, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou que deve privatizar, ainda, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). Ele disse que também pretende passar a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô DF) para as mãos do setor privado, durante a sua gestão.

Edição: Fernando Fraga

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