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Economia - ES1.com.br

Governo anuncia reajuste de 5% no salário dos servidores do Estado

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Após três anos sem nenhum aumento, o salário dos servidores ativos e inativos do Estado, além do pagamento aos pensionistas, será reajustado em 5% no último ano do mandato do governador Paulo Hartung. O aumento será dado a partir deste mês de abril. O índice é bem abaixo da inflação acumulada entre abril de 2014 e fevereiro de 2018, que é de 26,88%.
O Governo do Estado vai encaminhar à Assembleia Legislativa, ainda nesta segunda-feira, 02, um projeto de Lei com o reajuste. Além da diferença no salário, o Governo ainda vai propor uma revisão no bônus-desempenho pago ao professor e no auxílio-fardamento.
O impacto das mudanças será de R$ 269 milhões por ano aos cofres do Estado. A secretária de Gestão e Recursos Humanos, Dayse Lemos, justificou a queda nas receitas do Estado para não ter concedido o aumento salarial antes.
“Desde 2015, nós estamos trabalhando com muita responsabilidade para conseguir manter as despesas dentro das receitas arrecadadas. Em 2015, nós tivemos queda de receita. Em 2016, nós tivemos queda de receita. Somente a partir do segundo semestre de 2017 é que as receitas começaram a dar sinal de melhora”, afirmou Lemos.
De acordo com o Banco Central, a inflação acumulada no período em que os servidores estaduais ficaram sem reajuste foi de 26,88%. O secretário de Planejamento, Régis Mattos, disse que o valor de 5% foi o máximo que o Estado pode fazer para manter as contas em dia. Explicou ainda que precisou observar o desempenho da receita nos três primeiros meses do ano antes de conceder o reajuste.
“Foi o máximo que pudemos chegar levando em conta três parâmetros: o equilíbrio entre receitas e despesas, nosso compromisso de não gastar mais do que arrecadamos, mantendo os pagamentos em dias; não extrapolar o limite de responsabilidade fiscal e não estourar o teto de gastos”.
O governo também anunciou um ajuste no bônus do professor – pelo desempenho coletivo e individual. Antes, o benefício era de até um salário anual e agora será de 1,5 salário por ano.
Também foi reajustado o auxílio-fardamento pago aos policiais militares, bombeiros e agentes da Sejus, que passará de R$ 1,2 mil por ano para aproximadamente R$ 1,6 mil por ano. O benefício é destinado para a compra de fardamento.

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Gazeta Online

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BB e agência francesa liberam 100 mi de euros para energia renovável

Os desenvolvedores de energia renovável ganharão um incentivo para terem acesso a recursos. O Banco do Brasil (BB) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) assinaram, nesta semana, um contrato para viabilizar a liberação de 100 milhões de euros em financiamentos para projetos no setor.

Segundo o Banco do Brasil, a parceria ajuda no cumprimento de metas da Agenda 2030, plano de ação global com 17 objetivos de desenvolvimento sustentável e 169 metas de erradicação da pobreza.

O acordo permitirá que o BB expanda a oferta de empréstimo para projetos de energia renovável para as pessoas físicas e para as pessoas jurídicas na categoria varejo pelos próximos dez anos. A AFD também destinou 300 mil euros para financiar projetos de cooperação técnica.

O Banco do Brasil calcula que os 100 milhões de euros, que equivalem a R$ 555 milhões no câmbio atual, gere 3,1 mil empregos. Esse investimento, informa a instituição financeira, evitará a emissão de cerca de 113 mil toneladas de gás carbônico por ano.

Atualmente, o BB aplica cerca de R$ 300 bilhões em projetos de sustentabilidade ambiental e social. Em relação ao setor de energia renovável, o banco destina cerca de R$ 10 bilhões para essa finalidade e tem como meta emprestar R$ 15 bilhões até 2025.

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Ampliação

A instituição pretende ampliar as parcerias com a AFD nos próximos anos. Em maio, durante o congresso Mercado Global de Carbono, o BB e a AFD firmaram um memorando de entendimentos que prevê novas oportunidades de financiamentos a estados e municípios.

As linhas de crédito para os governos locais se concentrarão em projetos de infraestrutura de saneamento, incluindo o tratamento de esgoto e resíduos sólidos, energia renovável e eficiência energética, transporte limpo, mobilidade urbana, transição da infraestrutura para cidades inteligentes e adaptação a mudanças climáticas, saúde e educação.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Economia

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