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Golpe da Páscoa no WhatsApp já afeta mais de 300 mil pessoas

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Que os ovos de páscoa andam muito caros este ano não é novidade. Pensando nisso, cibercriminosos se aproveitam para fazer vítimas no WhatsApp. De acordo com a PSafe, empresa especializada em segurança digital, seu laboratório DFNDR Lab impediu o acesso de mais de 300 mil usuários à promoção falsa apenas nas últimas 24 horas.
Para isso, os criminosos prometem vouchers de até R$ 800 para compra de chocolates durante o período festivo.
Foi o antivírus da empresa DFNDR Security que bloqueou o acesso das centenas de milhares de usuários à oferta falsa enviada na forma de link.
Para facilitar o convencimento das vítimas, o golpe faz perguntas do tipo: “o coelho da Páscoa simboliza o quê?” e “que país festeja a Páscoa com as pessoas fazendo guerra de ovos, em vez de comer os de chocolate?”.
Assim que o usuário responde as perguntas e aceita o suposto voucher, estará autorizando o recebimento de notificações de hackers no seu celular. A vítima poderá, num futuro, ser incluída em um serviço pago de SMS ou tendo seu cartão de crédito usado por criminosos.
Golpes pelo Fcebook também estão ocorrendo, alerta a PSafe. Na rede social, páginas falsas imitam lojas varejistas famosas e oferecem promoções mentirosas para ludibriar consumidores.

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Cenário MT

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Policiais da Core prendem homem que se passava por policial civil em Vila Velha

Um homem de 31 anos foi preso por policiais civis da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), durante uma operação policial no bairro Novo México, em Vila Velha. Ele é suspeito de se passar por um policial civil da unidade.

A equipe policial recebeu uma denúncia, que informava de um indivíduo se passava por um policial civil da unidade. “Após levantamentos, foram identificadas imagens do suspeito, em que o mesmo fazia uso de colete e distintivos da polícia, e dizia estar “indo trabalhar”, além de outras fotos em que ele aparece com uma pistola na cintura. O retrato foi usado no perfil dele no WhatsApp, portando uma pistola, distintivo da PCES e uma caneca com o símbolo da Polícia Civil”, disse o coordenador da Core, delegado Ricardo Almeida.

De acordo com o delegado, a equipe levantou as informações de que o suspeito trabalhava como chefe de segurança em uma empresa em Vila Velha e se apresentava como policial civil, sempre portando uma arma de fogo e se deslocando em uma moto ou carro.

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“A equipe policial realizou uma campana com viatura descaracterizada próximo ao local de trabalho do suspeito, em Novo México, Vila Velha. Ao avistar uma motocicleta com um indivíduo com as características do homem que estávamos à procura, fizemos a abordagem do mesmo”, explicou Ricardo Almeida. 

Segundo o responsável pela investigação, o suspeito, ao ser questionado se portava arma de fogo, disse que sim e em ato continuo, ao ser perguntado sobre o colete e distintivo da polícia civil que ele usava, indicou que os apetrechos estavam na casa dele. “Seguimos então para o edifício, onde fomos atendidos pela mãe do conduzido, que nos convidou para entrar e mostrou o quarto do suspeito, indicando onde estava o colete e o distintivo, sendo estes recolhidos pela equipe”, acrescentou o delegado.

Em depoimento, o conduzido alegou que a arma usada por ele era do pai, que era inspetor penitenciário de determinação temporária. Já o colete balístico, não teve nenhum documento apresentado. Ao consultarem os antecedentes criminais do indivíduo de 31 anos, os policias constataram que ele já tinha passagens pelos crimes de ameaça, estelionato e vias de fato. 

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O suspeito foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e falsa identidade, sendo encaminhado para o Centro de Triagem de Viana (CTV), ficando à disposição da Justiça.

Texto: Brenda Corti, estagiária da Seção de Imprensa e Comunicação Interna (Sicoi)

 

Assessoria de Comunicação Polícia Civil

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Fonte: Polícia Civil ES

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