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Economia

FMI reduz projeção de crescimento do Brasil 2020: 2,2%

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou nesta segunda-feira a perspectiva de crescimento do Brasil neste ano, vendo a continuidade da recuperação após a recessão que afetou o país, mas ao mesmo tempo reduziu a previsão para o ano que vem.

 

Na revisão de seu relatório “Perspectiva Econômica Global”, o FMI passou a ver uma expansão de 2,5 por cento da economia brasileira este ano, 0,1 ponto percentual a mais do que em outubro.

A melhora na expectativa para o Brasil ajudou a compensar em parte a revisão para baixo do México e uma contração mais severa do que o esperado anteriormente na Venezuela na perspectiva para a América Latina.

A estimativa para a região foi reduzida em 0,2 ponto percentual para ambos os anos, mas ainda assim a projeção é que a América Latina vai ganhar fôlego no período, passando de um crescimento de 1,1 por cento em 2018 para 2,0 por cento neste ano e 2,5 por cento em 2020

“As reduções são apenas parcialmente compensadas por uma revisão para cima na estimativa de 2019 para o Brasil, onde a recuperação gradual da recessão de 2015-16 deve continuar”, disse o FMI no relatório.

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Para 2020, entretanto, a projeção para o Brasil foi reduzida em 0,1 ponto, para 2,2 por cento.

A estimativa do FMI para este ano fica em linha com o esperado por economistas consultados na pesquisa Focus realizada semanalmente pelo Banco Central, que veem uma expansão de 2,53 por cento este ano. Mas para 2020 o levantamento do BC aponta uma expectativa melhor, de 2,60 por cento.

 

Brasil 247

Economia

Governo pede devolução de auxílio emergencial recebido indevidamente


O Ministério da Cidadania envia até esta terça-feira (30) mensagens de celular (SMS) orientando a devolução voluntária de recursos recebidos indevidamente do auxílio emergencial, além de denúncia de fraudes. Este é o terceiro lote a ser enviado este ano e 625 mil pessoas receberão.

Também estão na lista de devolução beneficiários do auxílio emergencial e que compõem o público que recebe o Auxílio Brasil (antigo Bolsa Família) via Cadastro Único (CadÚnico) e que precisam fazer a devolução.

Estão entre os alvos da ação, trabalhadores que declararam o Imposto de Renda Pessoa Física e foram notificados para fazer a restituição do auxílio emergencial, mas ainda não efetuaram o pagamento. Além disso, pessoas que receberam recursos, mas não se enquadram nos critérios de elegibilidade do programa.

Outro grupo inclui pessoas que recebem um segundo benefício assistencial do governo federal, como aposentadoria, seguro desemprego ou Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Quem tem vínculo empregatício na data do requerimento do auxílio emergencial também terá de ressarcir os cofres públicos.

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Segundo o ministério, após os dois primeiros lotes de mensagens, foram devolvidos aos cofres públicos aproximadamente R$ 66,3 milhões no período de 18 de agosto a 18 de novembro.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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