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Fábrica de bio-óleo está garantida no ES

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Em visita ao Espírito Santo, nesta quarta-feira, 28, o diretor-presidente da Suzano Papel e Celulose, terceira maior fabricante de papéis sanitários do Brasil, Walter Schalka, garantiu que os investimentos anunciados pela Fibria para o Estado, antes da fusão com a empresa, serão mantidos.
“Aracruz continua sendo um ativo bastante importante para a empresa no futuro. A nova empresa que se forma vai ter uma capacidade de investimento expressiva e manterá seu programa de negócios intacto. Os projetos que foram anunciados pela Fibria para o Espírito Santo devem se manter após a fusão”, comentou Schalka.

 

Confirmado

Na cartela de investimentos em solo capixaba, que estavam planejados pela Fibria, está a obra de ampliação do Portocel, projeto que a empresa tem 51% da sociedade feita com a Cenibra. Também está prevista a construção da fábrica de bio-óleo, que também fica em Aracruz. Os dois empreendimentos juntos somam R$ 2,5 bilhões.
A fusão da Fibria com a Suzano criou a quinta maior empresa do país e a primeira no ramo de celulose, correspondendo a quase 50% do setor global. Segundo Schalka, a finalização da junção das empresas, que depende da aprovação de órgãos reguladores, como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), deve levar entre 8 e 10 meses para acontecer. “Durante esse período, é muito provável que os nomes das empresas permaneçam os mesmos”, comentou.
Já em relação à expansão de capacidade com novas fábricas de celulose, o presidente da Suzano disse que esses são investimentos mais expressivos. “Para isso, vamos ter que passar primeiro por um período de redução de endividamento, em função dos R$ 29 bilhões que terão quer ser pagos a acionistas da Fibria (pela transação). Não vejo, em um curto espaço de tempo, uma nova expansão em capacidade de celulose significativa por parte da Suzano”, argumentou Walter.

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A Gazeta

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Produção de petróleo, em maio, é de 2,879 milhões de barris por dia

Em maio, a produção de petróleo no país atingiu cerca de 2,879 milhões de barris por dia (MMbbl/d) e 132 milhões de metros cúbicos por dia (MMm3/d) de gás natural, totalizando 3,707 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboe/d).

As informações constam do Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural, divulgado hoje (6), no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP),

As informações podem ser acessadas, de forma interativa, nos Painéis Dinâmicos de Produção de Petróleo e Gás Natural.

Na região do pré-sal, o boletim anuncia que a produção, em maio, registrou volume de 2,835 MMboe/d, sendo 2,239 MMbbl/d de petróleo e 94,7 MMm3/d de gás natural, o que correspondeu a 76,5% da produção nacional. A produção teve origem em 128 poços.

Em maio, o aproveitamento de gás natural atingiu 96,5%. Foram disponibilizados ao mercado 46,3 Mmm³/dia. A queima de gás no mês foi de 4,5 Mmm³/d.

No mês, os campos marítimos produziram 97,4% do petróleo e 86,7% do gás natural, com os campos operados pela Petrobras sendo responsáveis por 94,2% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

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Números

O campo de Tupi, situado no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural em maio último, com 776 MMbbl/d de petróleo e 36,6 MMm3/d de gás natural.

Já a instalação com a maior produção de petróleo, somando 165.478 bbl/d, foi a Plataforma FPSO Carioca, nos campos de Sépia e Sépia Leste, por meio de quatro poços a ela interligados. Em termos de gás natural, a instalação que apresentou a maior produção  foi a Polo Arara, produzindo nos campos de Arara Azul, Araracanga, Carapanaúba, Cupiúba, Rio Urucu e Leste do Urucu 7,252 Mmm³/d por meio de 33 poços a ela interligados.

O boletim revela, também, que Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres (951), enquanto Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores (59).

Os campos de acumulações marginais, por sua vez, produziram 539,6 boe/d, sendo 187,2 bbl/d de petróleo e 56 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 212,9 boe/d.

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Áreas

Em maio, 272 áreas concedidas, cinco áreas de cessão onerosa e oito de partilha, operadas por 41 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 62 são marítimas e 223 terrestres, sendo 12 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.095 poços, dos quais 447 são marítimos e 5.648 terrestres.

As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 84,698 Mboe/d, sendo 61,905 Mbbl/d de petróleo e 3,624 MMm³/d de gás natural. Desse total, 37,3 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 47,4 mil boe/d por concessões não operadas pela empresa.

Segundo a ANP, o grau API médio do petróleo extraído no Brasil foi de 28,3, sendo 2,2% da produção considerada óleo leve, 93,5% óleo médio e 4,3% óleo pesado. O Grau API mede a densidade dos líquidos derivados do petróleo.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Economia

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