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Espírito Santo é um dos estados menos endividados do país

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Os Estados mais endividados e com problemas mais críticos de segurança pública terão dificuldades para ter acesso à linha de financiamento de R$ 33,6 bilhões que o BNDES vai abrir para investimentos na área de segurança. Um grupo de 17 Estados e o Distrito Federal não se enquadra nas regras do Tesouro Nacional para receber garantia da União nessas operações.

Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins têm rating (nota de classificação de risco) “C” e “D” dada pelo Tesouro, o que não permite que recebam garantia da União.

O Estado de Minas – um dos mais endividados do Brasil – nem sequer tem nota, porque não publicou todos os relatórios necessários para o cálculo do indicador.

Os outros 10 Estados, com nota “A” e “B”, contam com melhor avaliação do nível de endividamento e poderão pleitear os empréstimos. Apenas dois são avaliados com nota “A”: Espírito Santo e Pará. São Paulo está entre os oito que têm nota B.

Pela legislação atual, todas as operações de empréstimo feitas por Estados e municípios precisam de aval do Tesouro, com ou sem garantia. Mesmo para os financiamentos sem garantia da União, é feita uma verificação da capacidade do Estado de se endividar mais.

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É uma forma de evitar riscos futuros para as contas públicas, como aconteceu com o Rio. Os critérios para avaliação da nota foram apertados justamente depois da piora das contas dos Estados, agravada pela concessão de crédito durante o governo Dilma Rousseff sem critérios rígidos.

Na época, uma linha do BNDES de R$ 20 bilhões foi aberta, o Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal (Proinvest) turbinou essas operações e acabou aumentando o endividamento e desequilíbrios nas contas dos governos regionais.

Fontes da área econômica ouvidas pelo Broadcast admitem a dificuldade para os Estados conseguirem o crédito. Um dos problemas é que o próprio BNDES passou a adotar um critério de rating mais rígido para a concessão de crédito aos Estados em relação ao Tesouro. Depois das investigações da Lava Jato, os técnicos também tornaram mais rigorosos os critérios para o aval às operações.

Segundo uma fonte, o Rio de Janeiro, que está em recuperação fiscal, não pode pegar novos empréstimos, o que confrontaria com as regras do programa de socorro assinadas no ano passado depois de uma longa negociação.

A liberação da linha do BNDES já vem sendo negociada há alguns dias pelo presidente Michel Temer com o presidente do banco, Paulo Rabello de Castro. Rabello, que já anunciou sua pré-candidatura à Presidência da República nas eleições de outubro.

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Rabello de Castro admitiu hoje que os Estados que aderiram ao Regime de Recuperação Fiscal não poderão tomar empréstimos na nova linha de financiamento. Ele disse que “com um pouco de criatividade” será possível acessar os recursos do BNDES.

 

RATING DOS ESTADOS

Acre – B
Alagoas – B

Amazonas – C
Amapá – B
Bahia  C
Ceará  B
Distrito Federal  C
Espírito Santo  A
Goiás  C
Maranhão  C
Minas Gerais –
Mato Grosso do Sul  C
Mato Grosso  C
Pará  A
Paraíba  B
Pernambuco  C
Piauí  C
Paraná  B
Rio de Janeiro  D
Rio Grande do Norte  C
Rio Grande do Sul  D
Rondônia  B
Roraima  C
Santa Catarina  C
São Paulo  B
Sergipe  C
Tocantins 
 C

Adriana Fernandes – Estadão

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Música dá o tom em sessão para trombonistas

Os trombonistas capixabas receberam homenagem da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), nesta quinta-feira (30), em sessão solene realizada no Plenário Dirceu Cardoso. Compareceram à cerimônia dezenas de trombonistas e músicos de outros instrumentos de sopro e metal, como o trompete. Receberam comendas e certificados 45 músicos de vários municípios do estado. O proponente da solenidade foi o deputado Adilson Espindula (PDT), que é de Santa Maria de Jetibá, onde há centenas de praticantes do trombone. 

Fotos da sessão solene 

O deputado Adilson Espindula lembrou que é um parlamentar pomerano e luterano, e que tem apoiado as comunidades capixabas que seguem a doutrina religiosa. “Sempre procuro fazer um trabalho voltado para as nossas origens, valorizando a cultura e as tradições pomeranas. Também busco auxiliar a Igreja Luterana e suas instituições, possibilitando que continuem a realizar seus trabalhos que são tão importantes para a população capixaba”, pontuou o deputado. 

Por fim, disse que sempre apoiou o trabalho dos trombonistas, buscando recursos e dando visibilidade ao trabalho desses grupos. Segundo o deputado, só em Santa Maria de Jetibá, há mais de 800 trombonistas. “Nós precisamos garantir que essa tradição dos trombonistas continue com as futuras gerações”, para tanto, Espindula anunciou projeto de sua autoria que declara os trombonistas patrimônio cultural e imaterial, além do Dia Estadual dos Trombonistas, que já é lei.

Em nome dos homenageados, falou o presidente da Associação Obras Acordai Capixaba, Armindo Klitzke. Ele explicou que o coro de trombone tem origem na Alemanha nos anos 1840, antes da unificação germânica. De acordo com ele, os músicos, que não eram profissionais, tinham papel de agregar espiritualidade e dar maior volume ao coro, pois os órgãos não alcançavam a todos com seu som em grandes concentrações de fiéis. 
Também subiram à tribuna para pronunciamentos o vice-prefeito de Santa Maria de Jetibá, Florentino Lauvers, e o presidente da Associação Evangélica Beneficente Espírito-Santense (Aebes) e pastor da Paróquia Unida, em Santa Leopoldina, Rodrigo André Seidel.

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Apresentações musicais

Durante a solenidade, houve intervenções musicais de trombonistas, participantes do encontro. Os hinos nacional e capixaba, além de outras canções, foram executados pelo grupo de metais da Sociedade Musical Rio das Pedras Pommerisch Groutfrunn, de Santa Maria de Jetibá. Ao final, os trombonistas fizeram apresentação sob a regência de Armindo Klitzke, Rafael Pagung e Orlando Lemke.

O pastor vice-sinodal do Sínodo Espírito Santo a Belém, pastor Sidney Retz, ressaltou que a música sempre esteve presente em todos os tempos e lugares, e nos textos da Bíblia, nos cultos, nas religiões, em vários momentos da história religiosa. Lembrou que nestes 176 anos em solo capixaba, a Igreja Luterana sempre recebeu apoio dos trombonistas, que desempenharam papel importante para a igreja, nos cultos, celebrações, eventos culturais e sociais.

Mesa

Além do deputado Adilson Espindula, fizeram parte da mesa, o vice-prefeito de Santa Maria de Jetibá, Florentino Lauvers; o prefeito de Santa Leopoldina, Romero Endringer; os vereadores Joélio Abeldt (Santa Maria de Jetibá); Madalon e Dequinha (Santa Teresa); Daniel Etcheverry (Piúma); pastor vice-sinodal do Sínodo Espírito Santo a Belém e pastor da Paróquia Evangélica de Confissão Luterana em São Sebastião, Santa Maria de Jetibá, Sidney Retz; presidente Associação Evangélica Beneficente Espírito-Santense (Aebes) e pastor da Paróquia Unida, Santa Leopoldina, Rodrigo André Seidel; pastor da Paróquia Evangélica de Confissão Luterana, em Santa Maria de Jetibá, Valdeci Foester; e o presidente da Associação Obra Acordai Capixaba, Armindo Klitzke.

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Homenagem com placa

Associação Obra Acordai Capixaba.

Homenageados com a Comenda Maurício de Oliveira

Adelino Wolfram
Armim Koeler
Avelino Hell
Belmiro Schwanz
Edgar Kempin
Edivaldo Dettmann
Eraldo Braun
Erineu Plaster
Gilcimar Görl
Glorinha Henke
Helmar Potratz
Hugo Alberto Kempim
Irenilto Kruger
Izidoro Boldt
Laís Trabach de Jesus
Lucas Pereira Rossmann
Luiz Antônio de Oliveira
Luiz Guilherme Flegler
Marcelo Böning
Marcia Böning
Marcilio Bartke
Renato Estrelof
Rogério Lemke
Rogério Stein
Rubens Pagung
Simone Vesper Binow
Theodomar Fleger 
Valdemar Boening
Valdenir Falk Tesch
Waldemiro Kempin
Homenageados com certificados
Armindo Klitzke
Daniela Bueke Knack
Edineu Neimog
Edivaldo Binow
Emanuely Henke Ponath
Genielson Janke 
Michel Miertschink
Miguel Potin
Orlando Lemke
Rafael Pagung
Scheila Kempin
Sigmar Miertschink
Solemar Schwanz
Waldeci Wolfgran
Welton Kruger

Fonte: Assembléia Legislativa do ES

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