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Eleitores de 38 cidades do ES têm até 9 de maio para não perder título

Os eleitores das 38 cidades do Espírito Santo que tiveram o cadastramento biométrico obrigatório nos últimos anos e não compareceram aos cartórios têm até o dia 9 de maio para regularizar o título e votar nas eleições 2018.
Em 2017, foram realizados os cadastros biométricos nas cidades de Anchieta, Ibatiba, Presidente Kennedy e São José do Calçado. O último cadastramento aconteceu em Vila Velha e terminou no dia 9 de fevereiro de 2018.
O que acontece com quem perdeu o prazo?
Quem perdeu o prazo em qualquer uma dessas 38 cidades teve o título cancelado. Mas é possível regularizar a situação até o dia 9 de maio no Cartório Eleitoral da sua cidade.
O voto no Brasil é obrigatório e, por isso, quem não tem o título regularizado fica impedido de obter passaporte, de participar de licitações, de tomar posse em cargos públicos e de se matricular em instituições públicas de ensino.
O que levar?
Documento de identificação oficial, comprovante de residência dos últimos três meses e título de eleitor (caso o eleitor o tenha).
Como saber se preciso fazer o cadastramento biométrico?
Se a sua cidade não aparece nesta lista é porque o cadastro biométrico não é obrigatório. Caso você esteja em dia com a Justiça Eleitoral, poderá votar sem nenhum problema.
Para saber se está tudo certo com seu título de eleitor, basta acessar ao site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) neste link, escolher a opção “Situação Eleitoral” no canto esquerdo da tela e preencher com o nome ou título de eleitor e a data de nascimento.
G1

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Bacia do Rio Santa Maria recebe mais de R$35 milhões para restauração florestal
Investimento contempla mais de mil hectares em três municípios do Espírito Santo, outros R$135 milhões foram destinados a Baixo Guandu
A bacia do rio Santa Maria do Doce receberá mais de R$35 milhões para ações de restauração florestal em cerca de mil hectares nos municípios capixabas de Colatina, São Roque do Canaã e Santa Teresa. O investimento previsto, via editais, é destinado à contratação de serviços técnicos, científicos e operacionais.
O diretor-presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, assinou no dia 2 de junho, em Colatina, o Termo de Compromisso que garante o repasse dos recursos. O evento contou com representantes dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Rio Santa Maria do Doce e do Rio Doce e do poder público estadual e municipal.
Total de investimentos
Ao todo, a Fundação Renova vai investir, por meio de editais, cerca de R$540 milhões para promover a restauração florestal de, aproximadamente, 16 mil hectares.
Segundo Andre de Freitas, cerca de R$106 milhões serão destinados à recuperação de 420 nascentes e 2,8 mil hectares que, além da bacia do rio Santa Maria do Doce (ES), incluem as bacias do rio Piranga (MG) e Corrente Grande (MG). “Em maio, firmamos o investimento de R$135 milhões na restauração florestal em 5 mil hectares da bacia do rio Guandu, no Espírito Santo. Agora, anunciamos esse repasse que beneficiará diretamente mais três municípios capixabas”, afirma.
Esses valores fazem parte do montante de R$1,7 bilhão, que será empregado no cumprimento de parte da meta socioambiental de recuperar 40 mil hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Recarga Hídrica (ARH), e de 5 mil nascentes ao longo de dez anos.
Editais
A Fundação Renova mantém contratos com 12 parceiros para restauração florestal de 15.500 hectares. Ao oferecer serviços técnicos, científicos e operacionais, as empresas ou consórcios contratados se tornam responsáveis pela execução das ações estabelecidas pelo Programa de Recuperação de APPs e Áreas de Recarga da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e Programa de Recuperação de Nascentes.
Produtores rurais
Além dos editais de contratação de fornecedores, a Fundação Renova mantém um edital permanente para produtores e proprietários rurais de 66 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. O Edital de Adesão de Produtores Rurais aos Programas de Restauração Florestal é voltado para quem deseja colaborar com o processo de restauração florestal em APPs, ARHs e nascentes em suas propriedades. Até maio mais de 1.600 inscrições haviam sido feitas, totalizando uma área de aproximadamente 23 mil hectares autodeclarados.
Segundo o coordenador de Restauração Florestal, José Almir Jacomelli, a Fundação Renova fornece os insumos necessários para o cercamento das áreas com projetos de restauração florestal, manutenção, assistência técnica operacional e apoio na inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR). “O produtor rural fica responsável por manter a área protegida, podendo executar o cercamento e mantê-lo por um prazo de cinco anos, bem como optar ou não pela execução das práticas de restauração florestal”, destaca.
Fonte: Fundação Renova
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