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Economia

Economia capixaba cresce 1,8% no segundo trimestre de 2018

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A economia capixaba registrou crescimento superior à média do país e o Produto Interno Bruto (PIB) do Espírito Santo teve alta de 1,8% no segundo trimestre de 2018. No mesmo período, o PIB nacional cresceu 0,2%. Esse foi o terceiro aumento consecutivo do indicador no Estado e o maior dos últimos cinco trimestres. Neste domingo (16), a coluna Beatriz Seixas já havia adiantado que o resultado capixabas avançaria mais que o do país.

Os dados são do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) e representam a soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços produzidos no Estado. Com o resultado, o PIB nominal do Espírito Santo entre abril e junho totalizou R$ 33 bilhões. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (17) em coletiva de imprensa.

Geração de emprego tem que ser prioridade dos eleitos Contribuíram para o bom desempenho o comércio varejista ampliado (3,6%), e a indústria (0,5%). Na contramão, o setor de serviços apresentou retração de 0,4%.

Com o resultado do segundo trimestre e do primeiro (que foi de +0,6%), o IJSN já projeta que PIB capixaba encerre o ano com um crescimento próximo a 1,8%.

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Gazeta Online

Economia

Copom mantém juros básicos da economia em 2% ao ano


Em meio ao aumento da inflação de alimentos que começa a estender-se por outros setores, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 2% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a decisão de hoje (28), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. Em julho de 2015, a taxa chegou a 14,25% ao ano. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto deste ano.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nos 12 meses terminados em setembro, o indicador fechou em 3,14%. Apesar de estar em aceleração por causa da alta dos alimentos, o IPCA continua abaixo do nível mínimo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

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Para 2020, o CMN fixou meta de inflação de 4%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não poderá superar 5,5% neste ano nem ficar abaixo de 2,5%. A meta para 2021 foi fixada em 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que o IPCA fecharia o ano em 2,1% no cenário base. Esse cenário considera as estimativas de mercado.

A projeção, no entanto, ficou defasada diante do repique da inflação nos últimos meses. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 2,99%.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o Banco Central projetava encolhimento de 5% para a economia neste ano. Essa foi a segunda projeção oficial do BC revisada após o início da pandemia de covid-19.

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O mercado projeta contração um pouco menor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem contração de 4,81% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2020.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

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infografia_selic – ArteDJOR

 

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