conecte-se conosco


Economia

Doria apresenta plano de retomada econômica de São Paulo

Publicado em

© Governo do Estado de São Paulo/Direitos Reservados


O governador de São Paulo, João Doria, lançou hoje (16) o plano Retomada 21/22, que busca recuperar a economia e atrair investimentos para o estado. Segundo Doria, o plano estima atrair R$ 36 bilhões em investimentos privados para impulsionar a economia paulista e gerar até 2 milhões de empregos no prazo de quatro anos.

Coordenado pelo secretário de Fazenda e Planejamento, Henrique Meirelles, o plano apresenta 19 projetos para atração de investimentos privados por meio de concessões e parcerias público-privadas (PPPs) em todas as regiões do estado.

“Na mesma semana em que aprovamos a modernização administrativa do estado na Assembleia Legislativa, com a extinção de cinco estatais e economia de R$ 7 bilhões em recursos públicos, lançamos agora o plano de recuperação econômica e atração de capital privado nacional e multinacional para São Paulo”, disse Doria. “Serão beneficiados 14 polos de desenvolvimento econômico, entre eles, tecnologia, comércio, serviços, saúde, indústria, infraestrutura, turismo e agricultura”, acrescentou.

Segundo Meirelles, a maior parte dos projetos são das áreas de infraestrutura. Cerca de 84% do investimento é destinado a transporte, mobilidade urbana e rodovias. Mas há também projetos nas áreas de segurança, educação e de parques estaduais, que preveem a concessão do Zoológico e do Jardim Botânico, por exemplo. O plano prevê ainda medidas para reduzir a burocracia e facilitar a atuação de investidores, além da expansão de missões comerciais no exterior.

leia também:  Caixa Econômica confirma liberação das contas inativas e ativas do FGTS

Entre os destaques do projeto está o trem intercidades, que ligaria a capital paulista a Campinas. O investimento previsto é de US$ 1,4 bilhão, com expectativa de transportar 565 mil passageiros por dia. Também está no planejamento a concessão de 22 aeroportos regionais, o que atrairia US$ 80 milhões em investimentos.

Outro projeto prevê conceder à iniciativa privada as linhas 8 e 9 de trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, com investimentos de US$ 500 milhões. O governo ainda quer conceder rodovias do litoral de São Paulo e renovar as concessões rodoviárias já existentes. O complexo do Ibirapuera, que inclui o ginásio de esportes, também deve ser concedido, com estimativa de US$ 200 milhões de investimento.

Em 2019, a economia do estado de São Paulo cresceu 2,8%. Neste ano, o governo paulista prevê queda entre 2% e 2,5%, mas estima que, já em 2021, a economia paulista possa crescer em torno de 5%. “São Paulo tem condições de crescer mais de 5% em 2021”, enfatizou Meirelles.

Edição: Lílian Beraldo

leia também:  Pandemia faz arrecadação cair 32,9% em maio, fechando em R$ 77,4 bi

Economia

Micro e pequenas empresas de turismo terão crédito de R$ 2 bilhões


O Ministério do Turismo liberou mais de R$ 2 bilhões em crédito para empreendedores do setor, principalmente micro e pequenas empresas. Com isso, deverão ser preservados mais de 26 mil empregos na área. O valor, já autorizado pela pasta às instituições financeiras participantes do Fundo Geral do Turismo (Fungetur), representam aumento de 602% em relação ao total ofertado em 2018 (R$ 286,4 milhões).

Também pelo Fungetur, o ministério já havia disponibilizado R$ 3 bilhões para o turismo. Além do Fungetur, o governo federal concedeu, neste ano, R$ 10,9 bilhões em linhas de crédito para capitalizar serviços turísticos. Os recursos, que já estão na conta dos empreendedores, foram liberados pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica Federal, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Nordeste e Banco da Amazônia.

Ao todo, desde o ano passado, considerando os recursos do Fungetur e de outras linhas de crédito liberadas por bancos públicos, mais de R$ 20 bilhões foram assegurados pelo governo federal para apoiar e impulsionar o setor do turismo. Destes recursos, 80% já estão na conta dos empreendedores, e o restante continua disponível para atender o setor de turismo no país.

leia também:  IGP-10 registra inflação de 1,13% em abril

No início da pandemia do covid-19, o setor calculava perdas bilionárias. Em março, as receitas do turismo brasileiro caíram 16,7% em relação ao mesmo período do ano passado, o que representou perda equivalente a R$ 2,2 bilhões.

A crise provocada pela pandemia fez com que o setor perdesse 49,9 mil estabelecimentos, com vínculos empregatícios, entre março e agosto deste ano, informou a Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC). Segundo a CNC, em sete meses (de março a setembro), o turismo no Brasil perdeu R$ 207,85 bilhões.

Edição: Nádia Franco

Visualizar

MAIS LIDAS

error: O conteúdo está protegido !!
Chat aberto
1
Precisa de nossa ajuda ?
Olá, nós do ES1 podemos te ajudar de alguma forma