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Dólar tem pequena alta e sobe para R$ 5,33 com piora externa

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© Reuters/Marcos Brindicci/Direitos Reservados


Em um dia de tensões no mercado internacional e doméstico, o dólar fechou com pequena alta, depois de iniciar o dia em queda. A bolsa de valores não conseguiu manter a alta de ontem (24) e caiu, sem conseguir alcançar o recorde histórico registrado em janeiro.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (25) vendido a R$ 5,337, com alta de R$ 0,012 (0,23%). A moeda chegou a cair para R$ 5,29 na mínima do dia, por volta das 9h30, mas passou a subir após a abertura dos negócios nos Estados Unidos, até fechar próxima da máxima da sessão.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela reversão de expectativas. O índice Ibovespa da B3 iniciou o dia em alta, mas reverteu o movimento ainda durante a manhã e encerrou o dia aos 122.988 pontos, com recuo de 0,84%.

Em todo o planeta, o mercado financeiro teve um dia de turbulências. A divulgação da inflação nos Estados Unidos, prevista para o fim desta semana, aumenta a volatilidade do mercado da maior economia do planeta. Caso a inflação venha mais alta que o esperado, aumentam as apostas de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) elevará os juros básicos no primeiro semestre de 2022. Taxas mais altas em economias avançadas pressionam o dólar e a bolsa em países emergentes, como o Brasil.

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No mercado interno, as tensões aumentaram após a renúncia de José Maurício Pereira Coelho do comando da Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil. As ações do banco caíram 1,34%, intensificando a queda no Ibovespa nas horas finais de negociação. Paralelamente, a realização de lucros, quando os investidores vendem papéis para embolsar ganhos recentes, influenciou o comportamento do Ibovespa, após a forte alta de ontem.

* Com informações da Reuters

Edição: Fernando Fraga

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Turismo nacional fechou novembro com faturamento de R$ 14,7 bilhões


O setor de turismo fechou novembro do ano passado com faturamento de R$ 14,7 bilhões, 19,3% superior ao registrado no mesmo mês de 2020, mas 15,5% inferior a novembro de 2019, no período pré-pandemia. Essa foi a oitava elevação mensal seguida do faturamento do setor. Os dados, divulgados hoje (19), são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

O destaque do mês foi o transporte aéreo, que superou em 63,3% o faturamento de novembro do ano anterior. Apesar disso, o faturamento do mês, de R$ 4,3 bilhões, ainda está 19% abaixo quando comparado a 2019. O grupo hotéis, pousadas e restaurantes também se destacou.  No penúltimo mês do ano, o faturamento do grupo foi de R$ 4,4 bilhões – alta anual de 13,1%, porém, ainda 16,8% inferior ao nível anterior à pandemia.

De acordo com a FecomercioSP, apesar dos bons resultados apresentados em novembro, os próximos meses ainda deverão ser incertezas para o turismo nacional. Com a chegada da variante Ômicron, o cenário se transformou e os números de dois meses atrás não refletem o impacto da nova onda de covid-19 em 2022.

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“O volume de reservas e as manifestações de intenção de viagens se concretizaram em negócios. Isso animou os empresários do setor. É bem possível que os resultados de dezembro sejam também bastante positivos, e a mudança de cenário se dê, infelizmente, nos números de janeiro, por causa da variante Ômicron no país”, disse  Mariana Aldrigui, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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