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Desemprego cresce 3% em Barra de São Francisco no ano de 2017

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A geração de empregos formais em Barra de São Francisco teve uma queda de 2,99% em todo o ano passado. Foram 163 demissões a mais do que as contratações de janeiro a dezembro de 2017. A base de empregos formais também caiu de mais de 2,5 mil vagas por ano, em novembro de 2013, para 1.686, registradas em dezembro passado.
De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado neste final de janeiro pelo Ministério do Trabalho (MTb), o saldo de empregos formais no município em dezembro ficou negativo em 1,49%, com a redução de 80 vagas em relação a novembro do mesmo ano. Foram gerados 82 empregos formais e promovidas 162 demissões, o que já é reflexo das contratações temporárias feitas pelo comércio para as festas de fim do ano.
Em dezembro, de todos os setores pesquisados, apenas a construção civil teve saldo positivo (2 vagas), enquanto, a indústria de transformação, segunda principal geradora de empregos no município, manteve-se estável, com 25 contratações e o mesmo número de demissões. Nos meses de outubro e novembro de 2017 o setor demitiu quase cem trabalhadores.
O comércio, que teve saldo positivo de 6 vagas (0,31%) em novembro, com relação a outubro, promoveu 32 demissões a mais do que contratações no mês de dezembro. Foram 40 admitidos contra 72 dispensados, um saldo negativo de 1,67%.
As demissões no comércio só foram superadas pelo setor de Serviços que promoveu apenas 15 contratações e 52 demissões, deixando um saldo negativo de 37 empregos.

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camera_enhance As demissões no comércio só foram superadas pelo setor de Serviços que promoveu apenas 15 contratações e 52 demissões, deixando um saldo negativo de 37 empregos. (Crédito: Editora Hoje )

Mercado de trabalho mostra evolução

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (Mte) os dados do Caged divulgados no início desta semana mostram que ainda há muito a ser feito, mas que o caminho de recuperação já foi iniciado. “Enquanto em 2016 foram fechadas 1,3 milhão de vagas, no ano passado esse número foi melhor, ficou em 20,8 mil postos encerrados. Para os padrões do Caged, esta redução em 2017 é equivalente à estabilidade do nível de emprego, confirmando os bons números do mercado na maioria dos meses do ano passado e apontando para um cenário otimista neste ano que está começando”, afirmou o ministro do Trabalho substituto, Helton Yomura.
Segundo a pesquisa, no ano passado a geração de empregos formais foi liderada pelo Comércio, com saldo positivo de 40.087 postos de trabalho formais. Resultado bem superior aos de 2016, quando foram registradas perdas de 197.495 vagas, e de 2015, quando foram fechados 212.756 postos.
De janeiro a dezembro, 20,8 mil postos formais foram fechados. Até novembro, o saldo ainda era positivo, de 299,6 mil.
No Espírito Santo, também houve queda, de mais de 4,5 mil empregos formais no ano passado. A base de empregos em dezembro de 2017 era de 285.564 contratados, contra 290.111 demitidos.
Esse é o 3º ano consecutivo de queda no número de empregos formais no país. O resultado de 2017, entretanto, é melhor do que o registrado em anos anteriores. Em 2016, foram fechadas 1,3 milhão de vagas no país e, em 2015, 1,5 milhão.
Na avaliação de Mário Magalhães, coordenador de Estatísticas do Trabalho do Ministério do Trabalho, a queda menos intensa em 2017 na comparação com os anos anteriores indica “a estabilização do emprego.”

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Brasil e Argentina concluem acordo de homologação de veículos

O Brasil e a Argentina concluíram a negociação de um acordo para reconhecerem mutuamente as normas de segurança de veículos, anunciaram hoje (30) à noite os ministérios da Economia, da Infraestrutura e das Relações Exteriores. O acordo será assinado em julho por autoridades dos dois países.

Por meio da homologação veicular, os órgãos máximos de trânsito atestam a conformidade dos veículos a normas de segurança e autorizam a circulação no país. Com o acordo, o Brasil reconhecerá a aprovação de um modelo de veículo produzido na Argentina, com o país vizinho fazendo o mesmo com os veículos montados no Brasil.

O acordo, informou o comunicado, facilitará o comércio de veículos entre Brasil e Argentina, reduzindo custos e prazos. “O reconhecimento mútuo de homologações veiculares favorece o desenvolvimento do setor automotivo nos dois países e o incremento dos fluxos de comércio, além de conferir mais previsibilidade e segurança jurídica para os investimentos”, destacou a nota.

Com a homologação, o governo brasileiro reconhecerá a Licença para Configuração de Modelo emitida pelo Ministério de Desenvolvimento Produtivo da Argentina. O país vizinho reconhecerá o Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito, emitido pela Secretaria Nacional de Trânsito, do Ministério da Infraestrutura brasileiro.

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Num primeiro momento, o acordo cobrirá cerca de 80% dos itens de segurança de veículos leves de passageiro e leves de carga (categorias M1 e N1, respectivamente). Está prevista a ampliação de itens e a inclusão de novas categorias de veículos, como ônibus e caminhões. Os dois governos pretendem estender o acordo às autopeças.

“O acordo vai ao encontro dos interesses dos setores produtivos dos dois países, que já destacaram em outras oportunidades os benefícios de uma aproximação ainda maior entre Brasil e Argentina, destacando-se a criação de oportunidade para ganhos de competitividade e a otimização de custos e investimento, num setor que possui uma participação significativa no comércio bilateral”, concluiu a nota conjunta.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Economia

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