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Denúncia leva prefeitura a colocar seguranças no lixão

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A Usina de Reciclagem de Lixo, construída há quase 20 anos em Barra de São Francisco e que, há mais de uma década passou também a abrigar um lixão a céu aberto, onde 12 famílias tiram seu sustento, agora voltou a contar com seguranças dia e noite para evitar entrada de pessoas não autorizadas e acabar com o conflito entre os catadores. Hoje, os membros da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Barra de São Francisco (Ascarmab), estarão participando da sessão ordinária da Câmara Municipal, onde pretendem denunciar o “descaso” da atual administração e reivindicar apoio para continuarem trabalhando. 


camera_enhance Ascarmab conta que não tem apoio da prefeitura (Crédito: Editora Hoje)


No ano passado o líder Ascarmab, Osvaldo Santos, disse ao Jornal Notícia Certa que que as condições de trabalho deles estavam muito ruins, pois têm que conviver com o mau cheiro e até com lixo hospitalar que às vezes é lançado no local e, em meados de fevereiro, disse que devido à falta de apoio do poder público, alguns catadores estão trabalhando de forma “individual”, ou seja, catando e acumulando material para si.

Na verdade, o que estava acontecendo, segundo um dos catadores que fazia a coleta individual, é que a maioria dos colegas só trabalham de segunda a sexta-feira, enquanto ele e mais outros dois iam para o local no sábado e domingo e coletavam material que vendiam aqui mesmo na cidade. Com a colocação de seguranças, a entrada no lixão aos finais de semana foi proibida.

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camera_enhance (Crédito: Editora Hoje)


Na sexta-feira passada os vereadores do Grupão do Povo – Juvenal Calixto Filho, Admilson Brum, Huander Boff, Zirene Surdine, Wilson Mulinha, Emerson Lima e Paulinho, estiveram no local, ouvindo as reivindicações dos catadores e os convidaram para ir à Câmara Municipal apresentar suas reivindicações na sessão ordinária desta segunda-feira, 5 de março.

Para retirar o sustento, os catadores são obrigados a revirar as quase 30 toneladas de lixo depositadas duas vezes por dia ao lado da usina pelo serviço de coleta do município. “Não há separação do lixo. Nós temos que revirar tudo em busca do que vale algum dinheiro, como plásticos e papelão”, conta Osvaldo.


camera_enhance (Crédito: Editora Hoje)


Mesmo assim, os catadores têm que obter mais de oito toneladas de material reciclável para conseguir faturar R$ 550 no mês, ou seja, pouco mais do que meio salário mínimo. “Até o final do mandato do Luciano, nós tínhamos uma ajuda de custo, no valor de R$ 500, mas o prefeito anterior não pagou o mês de dezembro e o atual nunca nos deu nada”, lamenta o líder.

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A Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que está responsável pela área, junto com a Serviços, tem planos de terceirizar o trabalho de reciclagem e também de retirar o lixão do local, mas não tem data prevista. 

Com a intervenção do Instituto Estadual do Meio Ambiente (Iema), que segundo os catadores, teria imposto uma multa diária de R$ 50 mil ao município, caso este não começasse a resolver de imediato, os problemas do lixão, foram feitos alguns trabalhos de melhoria no local, mas o lixo continua sendo depositado a céu aberto.

A insalubridade no local é sensível e visível. Centenas de urubus e moscas disputam o lixo durante todo o tempo e até uma rede de esgoto, que vem da unidade de trabalho, está entupida há anos e gerando mais poluição na área de trabalho dos catadores.


camera_enhance (Crédito: Editora Hoje)


No final do ano passado, a Promotoria de Justiça do município obrigou a prefeitura a assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) onde se comprometia a começar o trabalho de educação da população para a coleta seletiva de lixo no dia 18 de dezembro, mas, por falta de recursos, o projeto não foi iniciado.

Editora Hoje

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Marcelo Santos comemora redução de carga horária para servidor com filho deficiente

Projeto encaminhado pelo Governo foi amplamente debatido e defendido por Marcelo. Texto foi aprovado em plenário e agora segue para sanção governamental

O deputado estadual Marcelo Santos comemorou a aprovação, no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado (Ales), nesta quarta-feira (6), do Projeto de Lei Complementar 28/2022, de autoria do Governo do Estado. O texto garante regime especial de trabalho a servidores do Poder Executivo que tenham cônjuge, filho ou dependente com deficiência.

“Uma vitória para aquele servidor que precisa dar uma atenção especial ao seu cônjuge, filho ou dependente, que vai ter sua jornada de trabalho semanal reduzida em 30%. Vinha dialogando com o governador Renato Casagrande sobre a relevância desse tema e que vai ter um resultado social muito importante para as famílias desses servidores”, comemorou o parlamentar, lembrando sua atuação para que o assunto pudesse ser aprovado. “Batalhei muito para que pudéssemos chegar nesse resultado positivo, dialogando, colaborando para que a matéria não se perdesse no tempo e pudéssemos ter um servidor dando mais atenção àquele familiar que tanto precisa dele.”

A proposta do governo do Estado abrange servidores da administração direta, além de autarquias e fundações e foi aprovado em Plenário com 22 votos a favor e nenhum contra.

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O regime especial será concedido sem a necessidade de compensação de horário e sem prejuízo da remuneração. Para ter direito, o servidor deverá atender a requisitos, entre outros, como estabilidade no serviço público e comprovação de necessidade de acompanhamento da pessoa com deficiência.

Fonte: Assessoria

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