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Economia

Decreto inclui Linha 2 do metrô de BH em programa de privatizações

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© CMBH / Sup.Com.Institucional


Um decreto editado nesta terça-feira (20) pelo presidente Jair Bolsonaro inclui o projeto da Linha 2 do metrô de Belo Horizonte (trecho Barreiro/Calafete) no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. 

De acordo com estudos, a região abrangida pelo projeto, na zona sul da cidade, é a segunda mais movimentada da capital mineira, abrigando aproximadamente 300 mil habitantes e com forte presença do comércio e outras atividades econômicas importantes. Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, a qualificação do projeto no PPI tem por objetivo o desenvolvimento de estudos de viabilidade e de alternativas de parcerias com a iniciativa privada. 

“Com a qualificação, o projeto passa a ser tratado como empreendimento de interesse estratégico e terá prioridade nacional perante todos os agentes públicos, de todas as esferas de governo”, diz a pasta, em nota.

O projeto da Linha 2 do metrô tem 10,5 quilômetros e, a partir da Estação Calafate, da Linha 1, margeando a Via Expressa, chegará ao Barreiro, com sete novas estações previstas. A expectativa é de que 120 mil passageiros sejam transportados por dia neste trecho.

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Em setembro, Bolsonaro anunciou, em suas redes sociais, que o governo federal obteve R$ 1,2 bilhão para investir nas obras. O recurso viria da indenização devida pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), operadora privada de transporte que pertence à mineradora Vale.

“A indenização relativa à devolução de trechos antieconômicos da Ferrovia Centro Atlântica será empregada no segmento Calafate/Barreiro, antigo sonho dos mineiros”, escreveu o presidente, à época.

Edição: Nádia Franco

Economia

MME reitera que horário de verão não resulta em economia de energia


Um novo estudo encomendado pelo Ministério de Minas e Energia reitera avaliação anterior de que a adoção de horário de verão não resulta em “economia significativa de energia”, e que as medidas adotadas pelas autoridades do setor são suficientes para garantir o fornecimento de energia.

Em nota, o ministério informa que “considerando análises técnicas devidamente fundamentadas, o MME entende não haver benefício na aplicação do horário de verão e que as medidas tomadas pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG) têm se mostrado suficientes para garantir o fornecimento de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional de energia elétrica (SIN) na transição do período seco para o período úmido”.

De acordo com a pasta, a aplicação do horário de verão “não produz resultados na redução do consumo nem na demanda máxima de energia elétrica ou na mitigação de riscos de déficit de potência. Além disso, na avaliação mais recente das condições de atendimento eletroenergético do SIN, realizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para este mês de outubro, verifica-se que o sistema se encontra com recursos energéticos suficientes para o adequado atendimento à potência”.

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O MME acrescenta que, segundo os novos estudos, a redução observada no horário de maior consumo (entre as 18 e 21h) acaba sendo compensada pelo aumento da demanda em outros períodos do dia, em especial no início da manhã. “Pelas prospecções realizadas pelo ONS, não haveria impacto sobre o atendimento da potência, pois o horário de verão não afeta o consumo no período da tarde, quando se observa a maior demanda do dia”, complementa a nota.

Edição: Valéria Aguiar

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