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Economia

Cristo Redentor será iluminado em homenagem a encontro de jovens

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© Luciola Vilella/ MTUR


O monumento ao Cristo Redentor será iluminado, hoje (21), às 19h, nas cores verde-oliva, marrom claro e amarelo em homenagem ao evento mundial Economia de Francisco (EoF), que de forma virtual reuniu jovens do mundo inteiro, entre quinta-feira (19) e este sábado, em referência a São Francisco de Assis, que, no século 13, deixou a fortuna para se dedicar à igualdade e à natureza.

No encerramento do encontro, o papa Francisco disse aos jovens, por videomensagem, que é tempo de ousar “o risco de favorecer e estimular modelos de desenvolvimento, de progresso e de sustentabilidade em que as pessoas, e especialmente os excluídos, entre os quais a irmã terra, deixem de ser uma presença meramente funcional, para se tornar protagonistas de sua vida, assim como de todo o tecido social”.

O papa afirmou ainda que política e economia devem estar a serviço da vida, especialmente da vida humana. “A medida do desenvolvimento é a humanidade. Sem esta centralidade e orientação, ficaremos prisioneiros de um círculo alienante que somente perpetuará dinâmicas de degradação, exclusão, violência e polarização”, destacou.

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Em outro momento, Francisco disse que descreditar, caluniar ou descontextualizar o interlocutor que não pensa como nós é “um modo de se defender covardemente das decisões que eu deveria assumir para resolver muitos problemas”.

O encontro Economia de Francisco é uma iniciativa desenvolvida a partir do convite que o papa encaminhou a jovens economistas, estudantes e empresários do mundo inteiro, no dia 1º de maio do ano passado, durante a festa de São José Operário. Para o pontífice, conforme afirmou na carta-convite, Assis era o lugar apropriado para inspirar uma nova economia, porque foi naquele lugar que Francisco abriu mão da riqueza para seguir a Deus como bússola da sua vida, na defesa dos pobres.

O papa Francisco convidou os jovens a fazerem um pacto, no espírito de São Francisco, para uma economia mais justa, fraterna, sustentável e com um novo protagonismo de quem hoje é excluído, buscando a solução dos problemas estruturais da economia mundial.

No total, se inscreveram 2 mil participantes de 120 países, que foram divididos em 12 vilas temáticas e mais de 60 grupos de criação e debate de ideias inovadoras. O Santuário Cristo Redentor do Rio esteve presente no evento mundial, com a participação do gestor de inovação do Santuário Henrique Sengès.

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Edição: Graça Adjuto

Economia

Grupo Neoenergia vence leilão da CEB com ágio de 76,63%


A Bahia Geração de Energia, do Grupo Neoenergia, venceu, sob representação do CityGroup, o leilão de privatização da Companhia Energética de Brasília S.A (CEB Distribuição), realizado na manhã desta sexta-feira (4), na sede da B3, em São Paulo. O valor de arremate foi de R$ 2,515 bilhões, um ágio de 76,63%.

De acordo com as regras estipuladas para o certame, o lance mínimo deveria ser de R$ 1,423 bilhão. Com duração aproximada de duas horas, a disputa foi bastante acirrada entre a Bahia Geração de Energia e a CPFL Comercialização de Energia Cone Sul, representada pela BTG Pactual.

A CPFL terminou o leilão oferecendo R$ 2,508 bilhões, um ágio de 76,14%. A terceira concorrente, a Equatorial Participações e Investimentos, representada pela corretora XP, apresentou uma proposta de R$ 1,485 bilhão, um ágio de 4,29%.

O processo de privatização da empresa foi desenhado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O presidente da instituição, Gustavo Montezano, afirmou que a CEB “drenava” recursos públicos que poderiam ser destinados a outras áreas, como educação, saúde, infraestrutura da unidade federativa. Segundo ele, a previsão é de que a concessão atraia R$ 5 bilhões de investimento para a região.

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O presidente da CEB, Edison Garcia, reconheceu que a privatização da companhia foi alvo de “muita oposição”, mas argumentou que seguiu princípios técnicos e que deve melhorar o serviço. “Chegamos em um prazo recorde, histórico, de privatizações no Brasil, com uma privatização com o maior ágio, o maior número nominal de venda e o maior tempo possível”, disse, destacando que o processo todo demorou 11 meses para ser concluído.

Presente no leilão, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou que deve privatizar, ainda, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). Ele disse que também pretende passar a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô DF) para as mãos do setor privado, durante a sua gestão.

Edição: Fernando Fraga

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