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Saúde

Covid-19: Petrobras prorroga teletrabalho até o fim do ano

Publicado em

© Arquivo/Agência Brasil


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A Petrobras decidiu prorrogar até 31 de dezembro deste ano o teletrabalho (também conhecido pelo termo inglês home office), devido à pandemia do novo coronavírus. Segundo a estatal, a medida foi tomada de forma preventiva, para proteger a saúde de seus funcionários.

Parte da equipe da empresa está trabalhando a distância, ou seja, em casa ou em outro lugar fora do ambiente regular de trabalho devido à pandemia.

“A Estrutura Organizacional de Resposta (EOR), formada por representantes de diversas áreas da companhia com o objetivo de coordenar ações de prevenção ao coronavírus para proteção aos colaboradores, continuará monitorando os cenários interno e externo, com avaliação constante das decisões tomadas, tendo sempre como foco a segurança de todos. Em função de uma possível mudança de cenário da pandemia e dos locais em que a Petrobras atua, as datas de retorno poderão ser alteradas”, diz a empresa em nota.

A Petrobras também dará uma ajuda de custo de R$ 1 mil para a compra de equipamentos ergonômicos. A empresa destaca, no entanto, que algumas atividades podem voltar ao trabalho presencial antes do fim do ano, caso haja necessidade.

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“Nesses casos, a transição será segura e gradual, em ondas, seguindo uma rigorosa análise, que levará em consideração as atividades, a saúde e segurança dos empregados, a localidade e a regulação estabelecida por estados e municípios, assim como as orientações das autoridades sanitárias”.

Nas áreas operacionais onde não é possível fazer teletrabalho, a Petrobras informou que manterá medidas preventivas para reduzir o grau de exposição dos funcionários ao vírus.

“Este momento evidencia que a transformação digital está ocorrendo de forma consistente e acelerada. A Petrobras está estudando a implantação permanente do teletrabalho até três dias por semana, observados os critérios de elegibilidade e mediante análise gerencial. O modelo permanente ainda está sendo elaborado e só terá início após a conclusão do presente modelo transitório regido em função da pandemia”.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

Saúde

Ministério Público do DF deflagra Operação Falso Negativo


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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a Justiça Criminal de Brasília deflagraram hoje (2) a Operação Falso Negativo, com o objetivo de apurar supostas ilegalidades em contratações de testes para a detecção de covid-19 em oito unidades federativas.

De acordo com o MPDFT, as suspeitas são de que, por meio da dispensa de licitações devido à situação emergencial decorrente da pandemia, mais de R$ 30 milhões tenham sido desviados em superfaturamento de contratos para aquisição de testes destinados à detecção da doença.

Segundo os investigadores, a soma do valor das dispensas de licitação sob investigação supera R$ 73 milhões. O processo corre em sigilo.

Setenta e quatro mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPDFT em São Paulo, no Espírito Santo, Rio de Janeiro, na Bahia, em Goiás, Santa Catarina e no Paraná, além do Distrito Federal.

Os suspeitos podem responder por crimes de fraude em licitação, formação de cartel, lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção ativa e passiva.

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Contactado pela Agência Brasil, o governo do Distrito Federal (GDF) informou que “todos os testes comprados, recebidos por meio de doações ou enviados pelo Ministério da Saúde, têm o certificado da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e, portanto, foram testados e aprovados pelo órgão federal”.

Com relação aos preços praticados, o GDF informa que eles representam os valores do mercado e que as compras foram feitas “avaliando as marcas apresentadas, os certificados de qualidade e os menores preços apresentados pelas empresas nas propostas”.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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