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Covid-19: MS e governo de SP verificam divergências no envio de vacina

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© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil


O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o secretário de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, se reuniram hoje (6), em Brasília, para apurar as divergências sobre as doses recebidas pelo estado na distribuição de vacinas desta semana.

Na quarta-feira (4), o governo de São Paulo oficiou o ministério questionando o lote recebido, que, segundo a administração paulista, seria menor do que o número ao qual o estado teria direito.

Em entrevista a jornalistas após o encontro, o ministro e o secretário informaram que as equipes técnicas dos governos federal e paulista vão avaliar o cálculo de distribuição de vacinas a São Paulo para averiguar se há necessidade de compensação de um ente federado a outro.

Marcelo Queiroga pontuou que, pelo fato do governo de São Paulo ter acessado lotes de Coronavac do Instituto Butantan sem passar pelo centro de distribuição do Ministério, o estado poderia estar como “devedor” ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“Lá atrás estava sendo entendido que as vacinas do Instituto Butantan não precisavam ir para o centro de logística para depois ir para o estado de são Paulo. Ia ser forma direta. Em função disso aponta-se que já há uma recepção maior de doses para o estado de São Paulo”, argumentou o titular do ministério da Saúde.

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Na quarta-feira (4), gestores do Ministério da Saúde já haviam justificado o envio menor por uma “compensação” que teria afetado, para menos, a quantidade de doses enviada ao estado de São Paulo.

Jean Gorinchteyn disse que o governo paulista foi pego de surpresa com o quantitativo enviado. Ele defendeu que, caso os números confirmem a indicação do ministério de que São Paulo estaria “devendo ao PNI”, a compensação seja feita de forma escalonada.

“Se estes dados estiverem reais e efetivos possa haver um desconto gradual, não tão abrupto como o que ocorreu para que não tenhamos nenhum prejuízo, especialmente em grupos como adolescentes como comorbidades”, disse.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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Saúde e Anvisa atualizam regras para doação de sangue durante pandemia


O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizaram as regras para doação de sangue em função da pandemia de covid-19. De acordo com nota técnica divulgada ontem (25), quem foi infectado pelo vírus fica inapto para doação por dez dias após se recuperar da doença. Anteriormente, o prazo era de 30 dias. 

O período de inaptidão de dez dias vale para quem apresentou sintomas de covid, incluindo casos leves e moderados. No caso de assintomáticos, o mesmo prazo deve ser observado, mas em relação a data de coleta do exame. 

A nota também trata de pessoas que tiveram contato com indivíduos que testaram positivo. Nesse caso, a inaptidão é de sete dias após o último contato. 

O ministério e a Anvisa orientam os hemocentros a seguirem medidas de proteção para evitar contaminação durante a pandemia. É recomendada a higienização de superfícies e dos instrumentos, uso de antissépticos, além da manutenção do distanciamento entre os doadores. 

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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