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Política Estadual

Conheça um pouco mais da trajetória de Sônia Mielke, a primeira vice-prefeita mulher da história de Vila Valério

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Sônia é a primeira vice-prefeita mulher da história de Vila Valério. Foto: Divulgação

“Sempre fui uma pessoa de luta e me propus a fazer sempre o melhor”, é com essa frase dita por Sônia Mielke, que o Portal ES1.com.br começa a contar um pouco da história da primeira vice-prefeita de Vila Valério.

Sônia nasceu em 20 de abril de 1965, no município de Colatina, filha de Ulrich Justo Mielke e Elsa Tesch Mielke. É casada há 30 anos com Jamir Onofre, com quem teve dois filhos: Igor de 27 anos e Lara de 24 anos.

Sônia sempre morou em Vila Valério, onde fez o ensino fundamental, aos 15 anos foi para o município de Colatina para cursar Técnico em Saúde e fazer a faculdade onde se formou em Licenciatura em História.

Embora tenha ajudado a mãe nos cuidados da casa desde os 9 anos de idade, foi no consultório do Dr. Getúlio, que Sônia teve o primeiro trabalho remunerado, aos 20 anos de idade.

“Sempre tive vontade de trabalhar fora de casa, mas meu pai achava inviável pois eu poderia tirar a vaga de alguém que realmente precisasse do trabalho. Foi neste primeiro trabalho que percebi que tinha facilidade de lidar com pessoas e isso facilitou a minha entrada no serviço público onde permaneço já por 30 anos”, relembra a vice-prefeita.

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Em 1990 Sônia assumiu a direção da EMEI “Otília Breda de Martins”, em 1991 assumiu a Direção do Projeto Viva” onde permaneceu por 16 anos. Em 2007 esteve na Secretaria de Educação, passou pelo INCAPER e de 2009 a 2012 assumiu o cargo de Secretária escolar na EMEI “Otília Breda de Martins”.

Nas eleições de 2012, onde seu irmão Maca Mielke foi vitorioso, assumiu a Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Lazer, permanecendo até 2016, onde neste mesmo período esteve à frente da Secretaria de Saúde e também de Assistência Social. De 2017 até o fim de 2020 assumiu o cargo de Assistente Administrativo e no dia 1º de janeiro deste ano, assumiu o cargo de vice-prefeita de Vila Valério, entrando para a história do município, sendo a primeira mulher a assumir o cargo.

“Sempre fui uma pessoa de luta e me propus a fazer sempre o melhor. Minha maior paixão foi o meu trabalho no Projeto VIVA, onde aprendi muito com as crianças e seus pais. Na vida, além dos nascimentos de meus filhos que foram de muitas alegrias, o que mais me marcou foi a morte de meu pai e de meu irmão Maca, duas pessoas que sempre foram referências para mim”, contou Sônia.

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Sonho dentro da carreira política

“Hoje ainda mantenho vivo o sonho de ver as crianças e adolescentes serem bem assistidos pelo poder público em conjunto com as famílias, onde poderemos ver cidadãos de bem circulando em nosso município. Alimento fervorosamente o sonho de ver o meu município sem as drogas e violência que afligem nossos jovens. Sonho e almejo alcançar a prosperidade onde todos possam ter um trabalho digno”, afirmou a vice-prefeita.

Foto: Divulgação


Representatividade

“Hoje, assumir esse cargo de vice-prefeita me deixa orgulhosa em poder fazer parte da administração, respeitando a hierarquia, respeitando quem é o dono da caneta (Davi), como disse no dia da posse: ‘não sou dona da caneta, mas vou caminhar com quem tem a caneta na mão’. O meu desejo é chegar no fim do mandato e, juntamente com o prefeito Davi, ter a sensação de dever cumprido e faremos tudo para alcançar os nossos objetivos”, finalizou Sônia.

Fonte: Editora Hoje

Foto: Divulgação

Política Estadual

PcD: Lei isenta taxa de inscrição em concurso


Já está em vigor a Lei 11.233, de 14 de janeiro de 2021, que isenta as pessoas com deficiência (PcD) do pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos no Espírito Santo. A isenção vale na concorrência de cargos, empregos ou funções públicas da administração direta e indireta do Estado.

Para ter direito ao benefício, os interessados deverão comprovar a condição de PcD, de acordo com o enquadramento na Lei Federal 13.146/2015, o Estatuto da Pessoa com Deficiência ou Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. 

A comprovação será apresentada no momento da inscrição, devendo a entidade responsável pela realização do concurso regulamentar em edital, de forma clara e objetiva, o tratamento que será dado aos documentos comprobatórios para a isenção da taxa e os exames necessários.

A iniciativa da matéria que deu origem à nova lei foi do deputado Delegado Danilo Bahiense (sem partido). No projeto de lei – PL 403/2019 – o parlamentar argumenta que o direito à isenção da taxa de inscrição em concursos públicos estaduais certamente aumentará a inclusão social das pessoas com deficiência. 
 

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