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Política Estadual

Conheça a trajetória de Ana Izabel, a única mulher eleita como prefeita no Espírito Santo

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Foto: Arquivo Pessoal

A cidade de São Domingos do Norte, escolheu Ana Izabel Malacarne de Oliveira, para ser sua representante pelos próximos quatro anos. Em uma entrevista exclusiva, a prefeita contou sobre suas lutas diárias até chegar onde está.

Ana Izabel, de 61 anos, é casada, natural de São Domingos do Norte, formada em Ciências Contábeis, Pedagogia e tem Mestrado em Educação. Foi diretora escolar por 18 anos, prefeita municipal no período de 2005 a 2008, já atuou como diretora da CIRETRAN de São Gabriel da Palha por dois anos e diretora do CRE/Colatina (Saúde) por três anos.


“Quem é você?”por Ana Izabel

“Sou uma mulher esposa, mulher mãe, mulher avó, mulher cristã, mulher que afaga, mulher que critica, mulher que repreende, mulher que educa, mulher que incentiva, mulher que corrige, mulher que compartilha e mulher que administra”, afirmou a prefeita.


“Meu primeiro emprego foi como Professora aos 21 anos. Exercer a profissão de professora foi o meu maior desafio, aprendi a respeitar o ser humano que me fez crescer muito profissionalmente, os alunos me ensinaram e me fizeram desenvolver grandes habilidades. Aprendi compartilhar e receber amor, fui professora e dei tudo de mim todos os dias, em troca obtive o sucesso daqueles que arduamente foram preparados para o futuro e hoje são grandes homens”, conta Ana.

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“Um dos momentos em que mais me marcou foi o nascimento dos meus três filhos e seis netos. E agora, minha maior conquista foi a vitória como Prefeita e única mulher eleita no Estado do Espírito Santo”, afirmou a prefeita.

“Representatividade e sonho na carreira política”

“Almejo cumprir todo meu plano de governo, principalmente emprego e renda para os jovens do município. É muito gratificante, pois alcançamos este cargo mostrando num mandato anterior que a mulher cuida do bem público, assim como cuida do seu lar. Deixamos uma marca, um legado. Mostramos através de um plano de governo que este levava a melhor mensagem, o eleitor votou porque acreditou que vamos fazer mais e melhor, mostrando assim que não existe fronteiras ou limites para alcançarmos nossos objetivos, as barreiras e desafios enfrentaremos junto com o anseio do povo”, disse a prefeita.

Fonte: Editora Hoje

Política Estadual

Efeitos da pandemia são pauta em discursos


As causas e as consequências diversas provocadas pela pandemia ocuparam boa parte dos pronunciamentos dos deputados nesta terça-feira (20), durante a sessão ordinária virtual da Assembleia Legislativa. Questões como intensidade da propagação do coronavírus, crise econômica, crimes passionais e polêmicas sobre as aulas presenciais foram abordadas nos discursos.

A deputada Iriny Lopes (PT) considerou que a crise ganhou tal dimensão por falta de ações do governo federal e atos do presidente da República. “Nós temos que entender que a gravidade da crise que vivemos nesse momento tem uma origem, e a origem não é exclusivamente o vírus. A origem é a ausência de uma liderança e de um plano estratégico nacional que viesse a fazer frente ao vírus como os demais países fizeram”, analisou.

Iriny lembrou do período em que o cargo de ministro da Saúde ficou vago por seis meses e observou que o negacionismo é negar o que a Ciência recomenda. Também fez críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “O próprio presidente da República não teve respeito pela envergadura do seu cargo e promoveu aglomerações. Os seus seguidores repetiam os seus gestos. É disso que se trata quando falamos negacionismo”, argumentou.

Violência doméstica

O deputado Dr. Rafael Favatto (Patri) comentou o crescimento dos crimes passionais no estado durante a pandemia. “Infelizmente, está enraizado em nossa cultura, não deveria estar, o homem do Espírito Santo tem algo no sentido de posse, de ser dono da mulher. Mas nós não somos donos da mulher, ela é independente, um ser igual a cada um de nós”, disse.

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Favatto ilustrou essa condição de tratamento diferenciado entre homem e mulher, afirmando que vem desde o nascimento da criança, com elogios diferenciados quando se trata de um bebê do sexo masculino, e pela educação que cada um recebe na infância. “Isto está enraizado em nossa cultura, esse tipo de raiz cultural. Sobre esse sistema de posse [da mulher] é muito importante a gente  avaliar. Precisamos rever os nossos conceitos, fazer exame de consciência”, ponderou.

Ele reconheceu que a polícia não tem condições de vigiar todos os lares capixabas para evitar o feminicídio. O sistema de videomonitoramento, disse o deputado, ajuda na vigilância e deu como exemplo o sistema já instalado em Vila Velha. Entretanto, o deputado considera que “os ânimos de nossa população estão exaltados, as pessoas estão cada vez mais impacientes, o que leva ao aumento da criminalidade”, avaliou.

O deputado considerou as medidas que vêm sendo tomadas, como a arrecadação de cestas básicas, mas lembrou que uma cesta básica apenas não mata a fome para sempre. Por essa razão, defendeu o fortalecimento de vínculos pela assistência social para dar respostas à crise provocada pela pandemia.

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“Neste momento de crise econômica, infelizmente, tem aumentado o número de moradores de rua. Então, os projetos sociais, o fortalecimento de vínculos em relação à assistência social tem que ter cuidado maior de nossos gestores, o governo do estado e das prefeituras”, alertou.

Professores na pandemia

Já o deputado Sergio Majeski em sua fala criticou o discurso do deputado Ricardo Barros (Progressistas/PR), líder do governo na Câmara Federal, que declarou à CNN Brasil hoje que os professores estão causando danos às crianças porque não querem trabalhar durante a pandemia.

Majeski considerou a crítica do deputado paranaense ofensiva, humilhante. “A maioria dos professores nunca trabalhou tanto como está trabalhando agora e sem condições nenhuma para isso”, relatou.

Para ele, a pandemia está mostrando a falta de investimento na educação, o atraso das escolas em termos de infraestrutura e de qualificação de professores. “A maioria dos professores fazem um esforço imenso para fazer o melhor que podem. Toda minha solidariedade aos professores que estão fazendo muito mais do que podem”, destacou Majeski. 

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