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Catadores de lixo de Barra de São Francisco poderão passar a ter aluguel social

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As famílias de catadores de material reciclável que trabalham no lixão de Barra de São Francisco poderão passar a receber um recurso do governo para o pagamento de aluguel de moradia, o chamado aluguel social. A vereadora Zilene Valli disse que está procurando informações, junto com os demais vereadores do Grupão do Povo, para conseguir esse benefício para os catadores.

“Estamos buscando soluções para aquelas pessoas, que estão passando por uma situação muito difícil, ganhando metade de um salário mínimo por mês e muito sem ter nem onde morar”, disse a vereadora.

Já o vereador Wilson Mulinha, salientou que está buscando informações junto ao secretário de Meio Ambiente de Água Doce do Norte, Edicarlos, para obter a documentação necessária que permite a associação de catadores receber outro benefício, de R$ 600,00, mensais, que é pago aos catadores daquele município.

A vereadora Zilma Matos, por sua vez, disse que a prefeitura vai começar a entregar alguns equipamentos de proteção individual para os catadores de lixo na semana que vem e ressaltou que outras melhorias estão sendo feitas no local. “Mas, o mais importante é que o nosso povo aprenda a separar o lixo em casa. Isso vai ajudar muito os catadores”, afirmou.

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camera_enhance Aterro próximo à Vila Luciene pode ser denunciado como crime ambiental (Crédito: divulgação)


 

Novo lixão será denunciado

O local que está previsto para ser a área de eventos do município, de acordo com fala do vice-prefeito Denilson Ferreira, poderá ter o aterro embargado, caso a Promotoria Estadual do Meio Ambiente aceite denúncia que os vereadores do Grupão do Povo pretendiam fazer hoje, em Vitória. O local, próximo à Vila Santa Isabel e Vila Luciene, está se transformando em um verdadeiro lixão, com caminhões de casca de coco, móveis velhos, capim e outros materiais não adequados para aterro sendo despejados a menos de dez metros das margens do rio Itaúnas.

O fato levou o Grupão do Povo a visitar o local na semana passada e se posicionar esta semana na tribuna da Câmara Municipal. “É um crime o que estão fazendo ali. Tem roupa velha, alimentos, sofás e outros móveis. Os responsáveis dizem que depois vão empurrar o lixo que está próximo ao rio de volta, um absurdo”, disse o vereador Paulo Roberto dos Reis.

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Outro que criticou duramente a Secretaria Municipal do Meio Ambiente por ter concedido a licença para a obra foi o vereador Emerson Lima. “Teve até caminhão de Mantena (MG) despejando lixo no local quando estivemos lá”, afirma.

Editora Hoje

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Estação de tratamento de esgoto inicia operações em Colatina

Obra realizada com recursos compensatórios foi inaugurada no início do mês de junho

As operações da primeira etapa da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do distrito de Barbados, em Colatina, no Espírito Santo, foram iniciadas. A parte da ETE que compreende o tratamento preliminar foi concluída com recursos compensatórios do Programa de Saneamento da Fundação Renova, no valor de cerca de R$2 milhões.

Uma segunda etapa das obras está prevista para complementação do tratamento secundário na ETE, com a implantação de decantadores finais, que também será financiada com recursos no valor de cerca de R$11,3 milhões. O projeto de saneamento beneficiará mais de 125 mil habitantes na região. Com o funcionamento da ETE, o esgoto doméstico do município passará por processos de tratamento antes de retornar ao meio ambiente.

Em Colatina, também está em andamento a obra para a implantação da Central de Tratamento de Resíduos (CTR) pelo Condoeste (Consórcio Público para o Tratamento e Destinação Final Adequada de Resíduos Sólidos da Região Doce Oeste do Estado do Espírito Santo), que deverá beneficiar cerca de 500 mil pessoas.

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Os investimentos em coleta e tratamento adequado de esgoto no município trarão melhorias significativas para a qualidade de vida da população e também da água na bacia do rio Doce.

Recursos compensatórios

A Fundação Renova irá disponibilizar, para obras de esgotamento sanitário e resíduos sólidos, cerca de R$170 milhões em recursos compensatórios para quatro municípios capixabas, sendo Linhares, Colatina, Baixo Guandu e Marilândia; e para Condoeste, composto por 22 municípios do Espírito Santo.

Por meio da contratação do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes), estão sendo custeadas ações de esgotamento sanitário e destinação de resíduos sólidos urbanos com vistas à melhoria da qualidade da água do rio Doce. O programa conta ainda com atividades complementares de apoio técnico e capacitação dos agentes municipais.

Até março deste ano, R$11,6 milhões foram repassados aos municípios de Baixo Guandu, Colatina e Linhares, e ao Condoeste. As parcelas são liberadas mediante análise, aprovação dos projetos e vistorias das obras, realizadas pelo banco.

Em Baixo Guandu e Marilândia, estão em elaboração os projetos de engenharia dos sistemas de esgotamento sanitário da sede municipal.

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Revitalização do rio Doce

A coleta, o tratamento do esgoto e a destinação adequada dos resíduos sólidos são considerados fundamentais para a revitalização do rio Doce. O Comitê da Bacia Hidrográfica (CBH–Doce) aponta que 80% do esgoto doméstico gerado pelos municípios ao longo da bacia seguem diretamente para o rio, sem nenhum tratamento, poluindo os cursos d’água. Ao mesmo tempo, grande parte dos resíduos sólidos urbanos coletados são dispostos em lixões, ocasionando vários impactos ambientais, como proliferação de vetores, poluição visual, contaminação do solo e dos recursos hídricos, dentre outros.

A expectativa da Fundação Renova é gerar um impacto ambiental positivo para toda a bacia, com a redução da carga orgânica poluidora lançada diretamente nos recursos hídricos. Nesse sentido, os projetos de saneamento irão promover a melhoria da qualidade das águas da Bacia do Rio Doce e consequente melhoria na qualidade de vida e saúde da população.

Saiba mais ações voltadas ao tratamento e análise da água: https://www.fundacaorenova.org/agua/

Fonte: Fundação Renova

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