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Carregador de celular causa incêndio em residência

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Uma família teve sua casa completamente incendiada na manhã do último domingo, 25, na localidade de Nossa Senhora de Penha, na Região de Alto Paraju, em Domingos Martins. A origem do incêndio: um carregador de celular ligado em uma tomada dentro da residência.
Carregador de celular na tomada causou incendio em residencia em Alto Paraju 2No momento do incêndio, os proprietários da residência Soliane Flodoaldo, Denilson Velten e suas duas filhas, estavam participando de uma missa na Igreja Católica da localidade, onde Denilson também leciona aulas de catequese.
De acordo com irmã de Soliane, Diana Flodoaldo, a família saiu para Igreja por volta da 8 horas e como a residência fica próxima a casa dos pais delas, eles foram os primeiros a tentar conter o incêndio. “A casa do meu pai (Leonicio Flodoaldo) é próxima, ficando mais abaixo por ser uma região de morros, e ele e os vizinhos viram quando subiu a fumaça já estourando o telhado. Todo mundo correu para ajudar, com o meu pai entrando com o cano de irrigação dele para tentar acabar com as chamas, mas a casa já estava toda incendiada e não dava para salvar nada”, conta Diana.
Ela também conta que eles acreditam que a causa do incêndio foi um celular que estava carregando dentro da residência. “O carregador de celular que ficou ligado. Eles só ficaram com a roupa do corpo, o carro que foram para igreja e a moto que conseguiram tirar na hora do incêndio”, relata a irmã de Soliane.
Com a perda da casa, toda a família teve que se abrigar na residência dos pais de Soliane e vem recebendo doações de várias pessoas da comunidade. “A comunidade está ajudando. Já conseguimos bastantes roupas, uma geladeira, um fogão e um guarda roupa de casal também. No momento, eles estão aceitando doações de materiais de construção, como por exemplo, um saco de cimento, algum bloco, para eles poderem reconstruir a casa. Precisamos reerguer a casa deles”.

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Quer ajudar a família?

Se você se interessou em ajudar a família, eles estão aceitando qualquer tipo de doação, desde roupas e calçados, até materiais para reconstrução de sua residência. As doações estão sendo recolhidas em cinco pontos.

Confira os locais:

Clínica de Fisioterapia Polifisio
Matriz: BR-262, em Campo Grande Cariacica, ao lado do hotel Elci, em cima do Centro Médico Otto. 
Filial: Rua João Lopes Rogério, n° 08, Edifício Christ, próximo ao antigo restaurante Popular de Cariacica e Carone. 
Jardim da Penha: Avenida Rangel Mauro, 999, sala 202, Rua do Canal

Farmácia Catelan

Marechal Floriano: Rua Emílio Gustavo Hulle, 33, Centro. 
Venda Nova do Imigrante: Avenida Evandi Américo Comarela, 243, bairro Esplanada.

Para as duas meninas, de três e dez anos, os números dos calçados e roupas são: calçados 28 e 35/36, e roupas 5 e 15. Para Soliane, os calçados podem ser no tamanho 38 e roupas 44 e G. Já para Denilson, os calçados podem ser no tamanho 42 e as roupas no modelo GG.
O contato com a família pode ser feito com própria Soliane pelo (27) 9 9808-8121, no telefone de Leonicio (pai dela) no (27) 9 9875-6635 ou com Diana (irmã dela) no (27) 9 9913-0008. Caso a doação seja em dinheiro, ela poder ser realizada por meio de um depósito na conta bancária de Diana Flodoaldo, irmã de Soliane.

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Confira os dados abaixo:

Banco do Brasil
Nome: Diana Flodoaldo
Agência 1241-6
Conta Corrente: 50622-2
CPF: 140.877.947-1


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Montanhas Capixabas

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Polícia Civil de Jaguaré e Vila Valério prende seis pessoas que causaram prejuízo de mais de um milhão de reais a uma cooperativa

Policiais civis das Delegacias de Polícia de Jaguaré e Vila Valério prenderam seis pessoas suspeitas de integrarem uma organização criminosa especializada em estelionato. As prisões ocorreram entre os dias 06 e 24 de junho deste ano, nos municípios de Jaguaré e Vila Valério, no norte do Estado, e na cidade de Santa Cruz de Cabrália, na Bahia.

As investigações apontam que eles causaram o prejuízo estimado de mais de um milhão de reais na Cooperativa Cooabriel, em Jaguaré. De acordo com a titular das delegacias, delegada Gabriella Zaché, as investigações tiveram início após a prisão em flagrante de três indivíduos no dia 06 de junho, ocasião em que eles, apresentando documentos falsos, tentaram se passar por cooperados para comprar café e assim realizar mais um golpe na cooperativa.

“Como eles tinham ido na semana anterior, a cooperativa achou estranho eles estarem lá novamente vendendo uma quantidade muito grande, sendo o valor depositado na conta de uma pessoa que estava junto deles. Diante da estranheza, a cooperativa acionou a Polícia Civil que foi até lá e percebeu que eles estavam com documentos falsos”, detalhou a delegada.

A partir da prisão desses suspeitos em flagrante, foi identificada a pessoa que falsificava os documentos, que seria funcionário da cooperativa. Ele trabalhava como auxiliar administrativo e repassava as informações de cooperados para que os indivíduos falsificassem esses documentos e fizessem a venda. Um sexto suspeito que tinha o papel de intermediar todas as outras pessoas que faziam parte dessa organização criminosa também foi identificado.

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Após a identificação dos indivíduos, foram expedidos mandados de prisão contra essas pessoas, sendo estes mandados cumpridos todos neste mês de junho.

O suspeito de intermediar as negociações foi preso no dia 14, em Vila Valério; o indivíduo que falsificava esses os documentos foi preso no dia 15, em Santa Cruz de Cabrália, na Bahia; já o funcionário da cooperativa foi preso no dia 24, também em Vila Valério.

Antes de serem presos, os integrantes do grupo praticaram esse golpe cinco vezes na coorporativa, entre os meses de maio e junho deste ano, ocasionando um prejuízo de mais de um milhão e duzentos mil reais.

“A cooperativa funciona da seguinte forma: eles guardam café no local e quem tem o café armazenado lá pode ir à coorporativa, de tempos em tempos, armazenar e vender os grãos. Então, essa associação criminosa falsificava os documentos, se passando por cooperados e, assim, faziam a compra do café, recebendo o pagamento em conta bancária. A partir do momento que tinham em mãos esse dinheiro eles dividiam o valor entre os integrantes da associação criminosa”, informou a delegada Gabriella Zaché.

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A delegada destacou ainda que o funcionário da cooperativa trabalhava em Vila Valério e eles realizaram o golpe em Jaguaré, como forma de ninguém desconfiar. Os criminosos usavam os dados de cooperados que estavam há muito tempo sem movimentar os cafés, para não gerar suspeita.

As investigações mostraram ainda que havia integrantes desta organização criminosa que estavam envolvidos em outros crimes no norte do Estado.

“Dois deles têm várias ocorrências informando que eles estavam vendendo colchões magnéticos e não entregavam. Várias pessoas caíram nesse golpe”, destacou a delegada.

Durante a operação foram apreendidos dois carros, dois celulares e os documentos falsos utilizados por eles. A delegada-geral adjunta, Denise Maria Carvalho, destacou o trabalho realizado pela delegacia de Jaguaré no combate a crimes na região.

“Nos últimos meses a delegacia de Jaguaré tem sido muito atuante no combate de crimes contra o patrimônio e crimes contra a vida. Isso resultou na diminuição dos nossos indicadores de violência na região, inclusive, com a diminuição do índice de homicídio em 50%”, disse.

Texto: Victória Meireles, estagiária da Seção de Imprensa e Comunicação Interna (Sicoi). 

 

Assessoria de Comunicação Polícia Civil
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(27) 3636-1574 / (27) 99297-8693 / (27) 3636-1536 / (27) 99846-1111

Fonte: Polícia Civil ES

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