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Campanha de Adoção de animais resgatados segue durante pandemia

Dos 21 animais colocados para adoção, 9 ainda seguem a procura de um lar

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Foto: divulgação

Doze animais resgatados após o rompimento da barragem de Fundão, em 2015, foram adotados durante a pandemia. Os cães e gatos ficam sob os cuidados da Fundação Renova em Mariana. Em função da pandemia da Covid-19, o programa de Assistência aos Animais está realizando o processo de adoção à distância e a entrega do animal diretamente na residência do interessado em adotar.

Esse formato de atendimento passou a ser oferecido diante do atual cenário, já que os eventos de adoção e as visitas ao centro onde os animais vivem foram suspensas. Nove cães e uma gata seguem disponíveis para adoção. Todos os animais estão castrados, vermifugados, com todas as vacinas em dia e aptos a participarem do processo de adoção à distância.

Para que a intermediação online se inicie, o interessado deve entrar em contato pelo número (31) 97112-3867 (também WhatsApp) ou pelo e-mail [email protected] Em seguida, ele recebe informações e imagens do animal, conforme a necessidade de cada caso, e, também,  das orientações sobre o processo de adoção.

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O próximo passo é a realização de uma entrevista remota para que a equipe entenda o perfil buscado pela pessoa.

Finalização do processo e entrega do animal

“Após um bate-papo para tirar todas as dúvidas e estando tudo ok, passamos para o processo de confirmação da adoção e articulação da entrega do animal, seguindo todas as recomendações de proteção diante do atual cenário de enfrentamento da Covid-19. Nesse formato, o processo ficou mais prático para as pessoas interessadas, porque buscamos uma aproximação real passando todas as informações necessárias mesmo sem as visitas presenciais”, explica Luciana Sales, da equipe de assistência aos animais da Fundação Renova.

Outro cuidado do programa de Assistência aos Animais é a sensibilização/conscientização do tutor. Antes da adoção, a pessoa interessada recebe também a cartilha sobre guarda responsável e bem-estar animal elaborada pelo programa, que descreve o cenário ideal para o seu dia a dia. A partir daí, documentos como o termo de adoção e responsabilidade são oficializados.

Foi o novo formato de atendimento que possibilitou a Carlos Braga, de Governador Valadares, adotar a cadela Orlandinha durante a pandemia. “Me deixaram totalmente informado quanto a ela, adiantaram tudo o que gosta de fazer e alertaram que é bastante agitada. No dia da entrega, a veterinária veio bem preparada e no horário certinho. Quando chegou, me explicou tudo o que precisava fazer e mostrou os documentos da Orlandinha, inclusive o cartão de vacina, indicando a próxima que deve ser aplicada”, lembra.

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Carlos tem apenas uma ressalva: “Me disseram que ela é um amorzinho de animal, só não imaginei que fosse tanto. Estou apaixonado!”.

Conheça os animais que fazem parte do catálogo de adoção. Se ficar interessado em adotar algum bichinho, entre em contato com o programa para saber se ainda está disponível.

Programa de Assistência aos Animais

Luciana Sales
(31) 97112-3867 (também WhatsApp)

[email protected]

 

Fonte: Fundação renova

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Lei proíbe uso de animais em testes no Espírito Santo

Está proibida, no Espírito Santo, a utilização de animais para desenvolvimento, experimentos e testes de produtos cosméticos, higiene pessoal, perfumes, limpeza e seus componentes. A norma está prevista na Lei 11.325, da deputada Janete de Sá (PMN), originária do Projeto de Lei (PL) 233/2021, e foi publicada no Diário Oficial do Estado (DIO/ES) na última terça-feira (13).

A lei prevê punições para quem desrespeitar a regra. Para instituições, a multa é de 50 mil Valores de Referência do Tesouro Estadual (VRTEs), o equivalente a cerca de R$ 180 mil por cada animal utilizado em experimentos, penalidade que será dobrada em caso de reincidência. Já o profissional envolvido terá de desembolsar quase R$ 7,3 mil (2 mil VRTEs), multa que também será dobrada para quem persistir na infração.

Conforme o texto, os valores arrecadados poderão ser destinados para custeio das ações, publicações e conscientização da população sobre a guarda responsável e os direitos dos animais ou também direcionado para instituições, abrigos ou santuários de animais. Os recursos poderão ainda ser investidos em programas estaduais de controle populacional por meio da esterilização cirúrgica dos animais e outros programas que visem à proteção e ao bem-estar dos animais.

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Outra medida prevista na lei é o incentivo, por parte do Poder Executivo, isoladamente ou em regime de cooperação com instituições públicas, ou particulares, para realização de pesquisas científicas e tecnológicas com objetivo de substituir o uso de animais por alternativas éticas que assegurem confiabilidade nos resultados.

Conforme o texto, a fiscalização da lei e a aplicação das multas decorrentes de sua infração ficarão a cargo dos órgãos competentes da administração pública estadual.

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