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Brasil tem um político executado por mês, revela levantamento

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Levantamento feito com base em informações reunidas pela União dos Vereadores do Brasil (UVB) mostra que casos como o da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL), morta na última uarta-feira, não são exceção: desde o começo de 2017, o Brasil teve 15 vereadores e prefeitos executados, uma média de um por mês.
Em pelo menos seis desses casos as investigações identificaram motivação política. O estado com mais casos é o Pará, onde dois prefeitos e dois vereadores foram mortos. Um deles foi Diego Kolling (PSD), prefeito de Breu Branco, morto a mando do presidente do PSD no Pará, Ricardo Chegado, segundo as investigações. Kolling foi baleado em maio de 2017, enquanto andava de bicicleta com amigos. Chegado foi preso pela Polícia Civil do Pará em julho.
Já a cidade de Batalha, no sertão de Alagoas, teve duas mortes ligadas a uma disputa entre políticos locais. O vereador Adelmo Rodrigues de Melo, o Neguinho Boiadeiro (PSD), foi executado em novembro do ano passado. Sandro Pinto (PMN), seu colega na Câmara, foi preso por participação na morte.
O crime desencadeou uma onda de violência na política local, que culminou na morte do vereador Tony Carlos Silva de Medeiros, conhecido como Tony Pretinho, em dezembro. Ele foi morto a tiros pelo filho de Neguinho Boiadeiro, José Márcio Cavalcante, que acusava o parlamentar de ter envolvimento na morte do pai. José Márcio já havia se envolvido em um atentado contra outro político da cidade.
Para o presidente da UVB, Gilson Conzatti, as mortes com motivação política são uma realidade presente principalmente em cidades pequenas. Ele afirma que nesses locais o exercício das prerrogativas do mandato, como a fiscalização, é mais difícil.
“O vereador, quando se propõe a fiscalizar, fica sujeito a riscos se há pessoas mal intencionadas do outro lado. Nas cidades pequenas todo mundo se conhece. O vereador faz uma denúncia e acaba virando inimigo de um outro grupo”, disse Conzatti.
Ainda segundo ele, a execução de Marielle Franco pode ser um divisor de águas na violência relacionada à política no país. Ele afirmou que a direção da UVB vai se reunir para criar uma campanha que mobilize autoridades, como a Justiça Eleitoral e a Polícia Federal, no combate a esse tipo de crime.
“Eu acho que temos que pegar a Marielle como uma bandeira. Dentro de suas convicções, ela exercia o mandato com excelência, realizando aquilo que um vereador deveria fazer. Com certeza estava incomodando por isso”, completa.

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O Globo

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Música dá o tom em sessão para trombonistas

Os trombonistas capixabas receberam homenagem da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), nesta quinta-feira (30), em sessão solene realizada no Plenário Dirceu Cardoso. Compareceram à cerimônia dezenas de trombonistas e músicos de outros instrumentos de sopro e metal, como o trompete. Receberam comendas e certificados 45 músicos de vários municípios do estado. O proponente da solenidade foi o deputado Adilson Espindula (PDT), que é de Santa Maria de Jetibá, onde há centenas de praticantes do trombone. 

Fotos da sessão solene 

O deputado Adilson Espindula lembrou que é um parlamentar pomerano e luterano, e que tem apoiado as comunidades capixabas que seguem a doutrina religiosa. “Sempre procuro fazer um trabalho voltado para as nossas origens, valorizando a cultura e as tradições pomeranas. Também busco auxiliar a Igreja Luterana e suas instituições, possibilitando que continuem a realizar seus trabalhos que são tão importantes para a população capixaba”, pontuou o deputado. 

Por fim, disse que sempre apoiou o trabalho dos trombonistas, buscando recursos e dando visibilidade ao trabalho desses grupos. Segundo o deputado, só em Santa Maria de Jetibá, há mais de 800 trombonistas. “Nós precisamos garantir que essa tradição dos trombonistas continue com as futuras gerações”, para tanto, Espindula anunciou projeto de sua autoria que declara os trombonistas patrimônio cultural e imaterial, além do Dia Estadual dos Trombonistas, que já é lei.

Em nome dos homenageados, falou o presidente da Associação Obras Acordai Capixaba, Armindo Klitzke. Ele explicou que o coro de trombone tem origem na Alemanha nos anos 1840, antes da unificação germânica. De acordo com ele, os músicos, que não eram profissionais, tinham papel de agregar espiritualidade e dar maior volume ao coro, pois os órgãos não alcançavam a todos com seu som em grandes concentrações de fiéis. 
Também subiram à tribuna para pronunciamentos o vice-prefeito de Santa Maria de Jetibá, Florentino Lauvers, e o presidente da Associação Evangélica Beneficente Espírito-Santense (Aebes) e pastor da Paróquia Unida, em Santa Leopoldina, Rodrigo André Seidel.

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Apresentações musicais

Durante a solenidade, houve intervenções musicais de trombonistas, participantes do encontro. Os hinos nacional e capixaba, além de outras canções, foram executados pelo grupo de metais da Sociedade Musical Rio das Pedras Pommerisch Groutfrunn, de Santa Maria de Jetibá. Ao final, os trombonistas fizeram apresentação sob a regência de Armindo Klitzke, Rafael Pagung e Orlando Lemke.

O pastor vice-sinodal do Sínodo Espírito Santo a Belém, pastor Sidney Retz, ressaltou que a música sempre esteve presente em todos os tempos e lugares, e nos textos da Bíblia, nos cultos, nas religiões, em vários momentos da história religiosa. Lembrou que nestes 176 anos em solo capixaba, a Igreja Luterana sempre recebeu apoio dos trombonistas, que desempenharam papel importante para a igreja, nos cultos, celebrações, eventos culturais e sociais.

Mesa

Além do deputado Adilson Espindula, fizeram parte da mesa, o vice-prefeito de Santa Maria de Jetibá, Florentino Lauvers; o prefeito de Santa Leopoldina, Romero Endringer; os vereadores Joélio Abeldt (Santa Maria de Jetibá); Madalon e Dequinha (Santa Teresa); Daniel Etcheverry (Piúma); pastor vice-sinodal do Sínodo Espírito Santo a Belém e pastor da Paróquia Evangélica de Confissão Luterana em São Sebastião, Santa Maria de Jetibá, Sidney Retz; presidente Associação Evangélica Beneficente Espírito-Santense (Aebes) e pastor da Paróquia Unida, Santa Leopoldina, Rodrigo André Seidel; pastor da Paróquia Evangélica de Confissão Luterana, em Santa Maria de Jetibá, Valdeci Foester; e o presidente da Associação Obra Acordai Capixaba, Armindo Klitzke.

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Homenagem com placa

Associação Obra Acordai Capixaba.

Homenageados com a Comenda Maurício de Oliveira

Adelino Wolfram
Armim Koeler
Avelino Hell
Belmiro Schwanz
Edgar Kempin
Edivaldo Dettmann
Eraldo Braun
Erineu Plaster
Gilcimar Görl
Glorinha Henke
Helmar Potratz
Hugo Alberto Kempim
Irenilto Kruger
Izidoro Boldt
Laís Trabach de Jesus
Lucas Pereira Rossmann
Luiz Antônio de Oliveira
Luiz Guilherme Flegler
Marcelo Böning
Marcia Böning
Marcilio Bartke
Renato Estrelof
Rogério Lemke
Rogério Stein
Rubens Pagung
Simone Vesper Binow
Theodomar Fleger 
Valdemar Boening
Valdenir Falk Tesch
Waldemiro Kempin
Homenageados com certificados
Armindo Klitzke
Daniela Bueke Knack
Edineu Neimog
Edivaldo Binow
Emanuely Henke Ponath
Genielson Janke 
Michel Miertschink
Miguel Potin
Orlando Lemke
Rafael Pagung
Scheila Kempin
Sigmar Miertschink
Solemar Schwanz
Waldeci Wolfgran
Welton Kruger

Fonte: Assembléia Legislativa do ES

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