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Economia

ANP autoriza operação da 4ª planta de biometano do país

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© Valter Campanato/Agência Brasil


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulatório vinculado ao Ministério de Minas e Energia (MME), autorizou o início das operações de uma instalação produtora de biometano de aterro sanitário.

Localizada em São Paulo, ela foi estruturada pela empresa Zeg Biogás e Energia. É primeira planta desse biocombustível aprovada no estado. No restante do país, outras três já estão em funcionamento.

A autorização para as operações foi publicada hoje (27) no Diário Oficial da União. Segundo nota divulgada pela ANP, o biometano é um combustível renovável que já está sendo utilizado em diversos países e sua produção está associada a um melhor aproveitamento dos resíduos existentes em aterros sanitários.

“Representa, ainda, um incremento na oferta de gás a ser injetado na rede de distribuição”, acrescenta a nota.

Nos últimos anos, a produção de biometano no Brasil vem ganhando novos parâmetros normativos. Em 2018, a ANP regulamentou o exercício da atividade por meio da Resolução 734. No ano anterior, foram fixadas regras de controle da qualidade do biometano de aterros sanitários e de estações de tratamento de esgoto por meio da Resolução 685.

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Etanol

Outra autorização da ANP, publicada no Diário Oficial da União, atende pedido da Inpasa Agroindustrial. Localizada na cidade de Sinop (MT), a empresa obteve aval para expandir sua capacidade para produzir etanol hidratado e etanol anidro.

Nos dois casos, a produção poderá aumentar de 1.750 m³/d para 3.000 m³/d. De acordo com a ANP, a unidade da Inpasa Agroindustrial, que produz etanol a partir do milho, passará a deter a maior capacidade autorizada do país. Segundo o órgão regulador, as duas novas autorizações “poderão auxiliar no avanço do país com relação a uma matriz energética mais limpa e renovável”.

Edição: Kleber Sampaio

Economia

MME reitera que horário de verão não resulta em economia de energia


Um novo estudo encomendado pelo Ministério de Minas e Energia reitera avaliação anterior de que a adoção de horário de verão não resulta em “economia significativa de energia”, e que as medidas adotadas pelas autoridades do setor são suficientes para garantir o fornecimento de energia.

Em nota, o ministério informa que “considerando análises técnicas devidamente fundamentadas, o MME entende não haver benefício na aplicação do horário de verão e que as medidas tomadas pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG) têm se mostrado suficientes para garantir o fornecimento de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional de energia elétrica (SIN) na transição do período seco para o período úmido”.

De acordo com a pasta, a aplicação do horário de verão “não produz resultados na redução do consumo nem na demanda máxima de energia elétrica ou na mitigação de riscos de déficit de potência. Além disso, na avaliação mais recente das condições de atendimento eletroenergético do SIN, realizada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para este mês de outubro, verifica-se que o sistema se encontra com recursos energéticos suficientes para o adequado atendimento à potência”.

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O MME acrescenta que, segundo os novos estudos, a redução observada no horário de maior consumo (entre as 18 e 21h) acaba sendo compensada pelo aumento da demanda em outros períodos do dia, em especial no início da manhã. “Pelas prospecções realizadas pelo ONS, não haveria impacto sobre o atendimento da potência, pois o horário de verão não afeta o consumo no período da tarde, quando se observa a maior demanda do dia”, complementa a nota.

Edição: Valéria Aguiar

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