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Alimentos caem 1,65% em fevereiro no ES

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A cesta básica em Vitória ficou R$ 6,89 mais barata no mês de fevereiro, passando de R$ 417,73 em janeiro para R$ 410,84. A redução nos preços foi de 1,65%.
A banana foi o produto que mais registrou queda de preço, de 11,87%. Os preços da batata e do açúcar caíram 6,07% e 5,68%, respectivamente.
Mesmo assim, Vitória continua entre as capitais brasileiras onde a cesta básica é a mais cara, ocupando a 5ª posição.
Os valores foram divulgados nesta terça-feira, 06, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Os produtos que registraram alta nos preços foram o leite (3,99%), a farinha (2,61%) e a manteiga (1,67%). Neste mês, apenas o arroz permaneceu com o preço estável.

Veja quais foram os produtos que tiveram aumento no preço

Leite (3,99%)
Farinha (2,61%)
Manteiga (1,67%)

Veja quais são os produtos que tiveram queda no preço

Banana (-11,87%)
Batata (-6,07%)
Açúcar (-5,68%)
Feijão (-3,80%)
Óleo (-3,24%)
Carne (-1,15%)
Café (-1,69%)
Tomate (-0,93%)
Pão (-0,08%)

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Impacto no salário

Em fevereiro de 2018 o valor da Cesta Básica em Vitória representou 46,81% do salário mínimo líquido, contra 47,59% em janeiro de 2018.
O trabalhador com rendimento de um salário mínimo necessitou, em janeiro deste ano, cumprir uma jornada de 94 horas e 44 minutos para adquirir os bens alimentícios básicos.

Brasil

O custo do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 13 capitais e aumentou em sete. As reduções mais expressivas ocorreram em João Pessoa (-3,96%), Natal (-3,20%) e Campo Grande (-2,98%).
As maiores taxas positivas foram anotadas nas cidades de Belém (3,37%) e Fortaleza (2,03%).
A cesta mais cara foi a do Rio de Janeiro (R$ 438,36), seguida por São Paulo (R$ 437,33), Porto Alegre (R$ 434,50) e Florianópolis (R$ 425,05)1.
Os menores valores médios foram observados em Salvador (R$ 336,59) e Aracaju (R$ 341,59).

G1

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Produção de petróleo, em maio, é de 2,879 milhões de barris por dia

Em maio, a produção de petróleo no país atingiu cerca de 2,879 milhões de barris por dia (MMbbl/d) e 132 milhões de metros cúbicos por dia (MMm3/d) de gás natural, totalizando 3,707 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboe/d).

As informações constam do Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural, divulgado hoje (6), no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP),

As informações podem ser acessadas, de forma interativa, nos Painéis Dinâmicos de Produção de Petróleo e Gás Natural.

Na região do pré-sal, o boletim anuncia que a produção, em maio, registrou volume de 2,835 MMboe/d, sendo 2,239 MMbbl/d de petróleo e 94,7 MMm3/d de gás natural, o que correspondeu a 76,5% da produção nacional. A produção teve origem em 128 poços.

Em maio, o aproveitamento de gás natural atingiu 96,5%. Foram disponibilizados ao mercado 46,3 Mmm³/dia. A queima de gás no mês foi de 4,5 Mmm³/d.

No mês, os campos marítimos produziram 97,4% do petróleo e 86,7% do gás natural, com os campos operados pela Petrobras sendo responsáveis por 94,2% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

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Números

O campo de Tupi, situado no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural em maio último, com 776 MMbbl/d de petróleo e 36,6 MMm3/d de gás natural.

Já a instalação com a maior produção de petróleo, somando 165.478 bbl/d, foi a Plataforma FPSO Carioca, nos campos de Sépia e Sépia Leste, por meio de quatro poços a ela interligados. Em termos de gás natural, a instalação que apresentou a maior produção  foi a Polo Arara, produzindo nos campos de Arara Azul, Araracanga, Carapanaúba, Cupiúba, Rio Urucu e Leste do Urucu 7,252 Mmm³/d por meio de 33 poços a ela interligados.

O boletim revela, também, que Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres (951), enquanto Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores (59).

Os campos de acumulações marginais, por sua vez, produziram 539,6 boe/d, sendo 187,2 bbl/d de petróleo e 56 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 212,9 boe/d.

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Áreas

Em maio, 272 áreas concedidas, cinco áreas de cessão onerosa e oito de partilha, operadas por 41 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 62 são marítimas e 223 terrestres, sendo 12 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.095 poços, dos quais 447 são marítimos e 5.648 terrestres.

As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 84,698 Mboe/d, sendo 61,905 Mbbl/d de petróleo e 3,624 MMm³/d de gás natural. Desse total, 37,3 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 47,4 mil boe/d por concessões não operadas pela empresa.

Segundo a ANP, o grau API médio do petróleo extraído no Brasil foi de 28,3, sendo 2,2% da produção considerada óleo leve, 93,5% óleo médio e 4,3% óleo pesado. O Grau API mede a densidade dos líquidos derivados do petróleo.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Economia

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