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Alguns alimentos podem transformar o corpo durante o sono

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Mesmo dormindo, seu corpo continua em plena ação e é na hora do sono que determinados tipos de alimentos podem fazer uma verdadeira revolução no seu organismo. Além de melhorarem a qualidade do sono, alguns nutrientes também auxiliam no crescimento muscular e até no aumento do metabolismo enquanto você dorme. “A taxa metabólica basal diminui quando estamos dormindo. O corpo gasta menos energia. Alimentação saudável antes de dormir ajuda o sono restaurador e melhora o aproveitamento dos nutrientes”, explia a nutricionista e coordenadora dos cursos de Nutrição e Gastronomia do IBMR, Ana Gonçalves. Veja nas imagens 5 alimentos para comer antes de dormir. 

Oleaginosas

Alimentos como amêndoas, castanhas e nozes são fontes de ácidos graxos essenciais, mas precisam ser consumidos em quantidades moderadas. De acordo com a especialista, tratam-se de importantes alimentos que garantem o transporte de oxigênio, a produção de energia, a melhora das funções nervosas. “Eles também auxiliam no crescimento muscular, na manutenção das células, no aumento do metabolismo, na produção de novos neurônios e na regulação hormonal, ajudando na manutenção do organismo enquanto dormimos”, afirma Ana Gonçalves.    

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Peixes

Os peixes principalmente salmão e sardinha são constituídos de proteínas completas, com seus aminoácidos essenciais e lipídedos com ácidos graxos – Ômega-3 e 6. Segundo a nutricionista, eles contêm alta concentração de ácido linoléico, que  ajuda na produção de hormônios chamados eicosanóides – utilizado no funcionamento normal do cérebro e também estão envolvidos na regulação da pressão sanguínea e na resposta imunológica do organismo que recuperamos durante as noite, além de fundamentais no sistema nervoso e na recuperação muscular. 

Leguminosas

As leguminosas, como grão de bico e soja, são excelentes fontes de magnésio e trabalham o relaxamento muscular, além de ajudar o corpo a deixar de lado as tensões do dia, favorecendo o bom sono. Segundo a nutricionista, elas possuem alto teor proteico e uma combinação de aminoácidos com triptofano, que aparece em grandes quantidades. “É usada pelo organismo para a produção de um neurotransmissor chamado serotonina, responsável pela ativação dos centros cerebrais que dão sensação de bem-estar, satisfação e confiança”, explica. 

Leite e seus derivados

Alimentos como queijo magro e iogurtes são ricos em aminoácido triptofano precursor da serotonina. Eles também são opções que ajudam no relaxamento e na manutenção de um sono mais tranquilo. 

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Banana

Já a banana é fonte de magnésio e ajuda no relaxamento muscular e na diminuição do estresse, além de ser ótima fonte de triptofano e rica em outros nutrientes.

Exame

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Crescem em todo país os casos de síndrome respiratória aguda grave

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) está crescendo, tanto nas tendências de longo prazo – últimas seis semanas – quanto de curto prazo – últimas três semanas. O dado foi divulgado nesta quarta-feira (6) no Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Os sinais de crescimento aparecem em mais estados das regiões Norte e Nordeste, tendência que se iniciou mais tarde em relação aos estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Em contrapartida, alguns estados do Sudeste e Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo) mantêm sinais de possível interrupção no aumento do número de casos, com formação de platô no mês de junho.

“Essa situação ainda está sem sinais claros de inversão para queda. No Paraná e no Rio Grande do Sul, por exemplo, observa-se tendência de retomada do crescimento em crianças, indicando que o cenário ainda é instável e exige cautela”, explicou o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.

Dados referentes aos resultados laboratoriais por faixa etária seguem apontando para amplo predomínio do vírus Sars-CoV-2 (Covid-19), especialmente na população adulta. Nas crianças até 4 anos de idade, o aumento no número de casos de SRAG foi marcado por crescimento nos casos positivos para vírus sincicial respiratório (VSR) e leve subida nos casos de rinovírus e metapneumovírus. Nesse grupo, a presença de Sars-CoV-2 superou o volume de casos associados ao VSR nas últimas quatro semanas.

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Embora não se destaque no dado nacional, o vírus influenza A (gripe) mantém sinal de crescimento em diversas faixas etárias no Rio Grande do Sul.

A análise indica que 20 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a SE 26: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.

As demais unidades apresentam sinal de estabilidade ou queda na tendência de longo prazo.

Os dados completos podem ser acessados na página da Fiocruz na internet.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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