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Aderes repassa verba para apoiar bancos comunitários

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A Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (Aderes) assinou, nesta segunda-feira, 26, um termo de colaboração para apoiar oito bancos comunitários do Espírito Santo, em 2018.
As instituições, que cumprem o importante papel de facilitar o acesso ao crédito em comunidades carentes, receberão ao todo R$ 220 mil para despesas de custeio (serão repassados R$ 27,5 mil para cada banco).
“Os bancos comunitários formam um segmento que beneficia regiões com população em situação de vulnerabilidade social no Espírito Santo, prestando serviços de economia solidária, como empréstimos produtivo, habitacional e de consumo a juros mínimos; recebimentos de contas, devido à distância dos bancos convencionais; além de outras ações”, explica o diretor-presidente da Aderes, Edilson Rodes. 
Os bancos contemplados estão localizados em Vitória, Cariacica, Vila Velha, Serra e Pedro Canário. Eles são administrados pelas seguintes instituições: Associação Banco Regional Ambiental Solidário, Associação Ateliê de Ideias, Associação das Micro e Pequenas Empresas da Região da Grande Nova Rosa da Penha e Região 08 em Cariacica; Associação Costumes Artes; Associação das Micro e Pequenas Empresas da Região de Vila Nova de Colares e Região de Feu Rosa – Banco Viver; Associação de Voluntários de Cristal do Norte “Semeando o Futuro”, Instituto Verde Vida e Associação das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais da Grande Central Carapina.
Leonora Mol, do Banco Bem (Vitória), disse que o Espírito Santo é o precursor do apoio estadual aos bancos comunitários, porque entendeu a importância dessas instituições para o desenvolvimento regional. Ela disse ainda que todos os 12 bancos comunitários do Estado estão situados em regiões de vulnerabilidade social e econômica, daí sua importância para o apoio a essas comunidades.
Para Jaderson da Silva, o “Jarbas”, do Banco Comunitário Passarela, que fica em Central Carapina (Serra), o aporte de recursos da Aderes possibilita o fortalecimento de diversos projetos sociais que o banco desenvolve na região, como artesanato, trabalho com crianças e empreendimentos de economia solidária.

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Governo ES

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BB e agência francesa liberam 100 mi de euros para energia renovável

Os desenvolvedores de energia renovável ganharão um incentivo para terem acesso a recursos. O Banco do Brasil (BB) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) assinaram, nesta semana, um contrato para viabilizar a liberação de 100 milhões de euros em financiamentos para projetos no setor.

Segundo o Banco do Brasil, a parceria ajuda no cumprimento de metas da Agenda 2030, plano de ação global com 17 objetivos de desenvolvimento sustentável e 169 metas de erradicação da pobreza.

O acordo permitirá que o BB expanda a oferta de empréstimo para projetos de energia renovável para as pessoas físicas e para as pessoas jurídicas na categoria varejo pelos próximos dez anos. A AFD também destinou 300 mil euros para financiar projetos de cooperação técnica.

O Banco do Brasil calcula que os 100 milhões de euros, que equivalem a R$ 555 milhões no câmbio atual, gere 3,1 mil empregos. Esse investimento, informa a instituição financeira, evitará a emissão de cerca de 113 mil toneladas de gás carbônico por ano.

Atualmente, o BB aplica cerca de R$ 300 bilhões em projetos de sustentabilidade ambiental e social. Em relação ao setor de energia renovável, o banco destina cerca de R$ 10 bilhões para essa finalidade e tem como meta emprestar R$ 15 bilhões até 2025.

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Ampliação

A instituição pretende ampliar as parcerias com a AFD nos próximos anos. Em maio, durante o congresso Mercado Global de Carbono, o BB e a AFD firmaram um memorando de entendimentos que prevê novas oportunidades de financiamentos a estados e municípios.

As linhas de crédito para os governos locais se concentrarão em projetos de infraestrutura de saneamento, incluindo o tratamento de esgoto e resíduos sólidos, energia renovável e eficiência energética, transporte limpo, mobilidade urbana, transição da infraestrutura para cidades inteligentes e adaptação a mudanças climáticas, saúde e educação.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Economia

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